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Noite de premiados da imprensa e da
publicidade
Brazilian International Press Award teve um destaque especial: o
maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima
Fotos: Jefferson Simizu
A solenidade de abertura teve o protocolo quebrado, com o apresentador da TV
Record Celso Freitas abrindo a cerimônia. Em seguida, foi a vez do cônsul
João Almino fazer seu discurso. Ambos elogiaram a iniciativa do Brazilian
International Press Award. Depois, Maria do Carmo Fulfaro e Carlos Borges
assumiram os papéis de mestres de cerimônias.
Após a premiação, chegou o momento mais emocionante: a entrega do Lifetime
Achievement Award a Vanderlei Cordeiro de Lima, que recebeu o prêmio das
mãos do narrador esportivo Luciano do Vale.
As imagens de Vanderlei Cordeiro de Lima em Atenas emocionaram a platéia e o
próprio atleta, que foi às lágrimas, provocando aplausos e gritos de
“Campeão” por parte do entusiasmado público.
A novidade desta edição foi a premiação dos destaques na área de Publicidade
e Propaganda, com prêmios para agências e clientes. Só falta mesmo criar um
prêmio para o melhor fotógrafo e/ou melhor reportagem fotográfica na
categoria Imprensa.
Da emoção de ser premiado
Desta vez vou deixar de lado a impessoalidade que é a marca registrada do
jornalismo. Afinal, jornalista deve ser testemunha e narrador de histórias e
não protagonista. Porém, vou abrir uma exceção e tentar passar para os
leitores o que representa ganhar um prêmio em reconhecimento ao seu
trabalho. A primeira noite do Brazilian International Press Award foi
dedicada aos destaques do jornalismo e da publicidade.
Enquanto se espera o momento de ouvir seu nome e subir ao palco para fazer o
discurso de agradecimento é importante observar o que os antecessores dizem
em seus breves minutos de fama. E a angústia vai tornando-se insuportável à
medida que os outros são chamados para receber o prêmio. É um tal de
agradecer a família, os organizadores, os companheiros de trabalho. Sem
dúvida, porém, Deus é quem merece a honra de ser o mais lembrado. Afinal,
sem Deus nada disto seria possível, não é mesmo?
Para piorar, um dos agraciados que me antecedeu tremia tanto que era quase
imposível segurar o papel para ler as linhas do discurso escrito com
antecedência. E eu ali, sem ter preparado nada. Pensei, comigo mesmo, “vai
no improviso”. E, a exemplo dos demais, agradeci à família, aos companheiros
do AcheiUSA e aos eleitores, além da organização, é claro.
Depois, tive a satisfação de subir novamente ao palco, juntamente com a
equipe premiada do Acheiusa.com.
Antonio Tozzi
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