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A hegemonia do vôlei
brasileiro
Equipe do técnico Bernardinho é uma
máquina de vitórias

O título mundial (bi-campeonato,
aliás) já veio há mais de uma semana, mas nunca é demais lembrar as vitórias
de uma seleção que só dá conquistas ao povo brasileiro. Ao derrotar a
Polônia na final, por três sets a zero, a equipe de vôlei masculino do
Brasil acrescentou ao seu currículo outro feito, tornando-se, sem qualquer
dúvida, o time mais vitorioso do planeta.
Vamos aos números: desde que o técnico Bernardinho assumiu a seleção, em
2001, foram 209 jogos, com 181 vitórias e apenas 28 derrotas. Com relação
aos sets, foram 568 a favor e parcos 157 perdidos. Mas impressionante mesmo
é o cartel de títulos. Dos 19 torneios disputados, o Brasil conquistou a
medalha de ouro em 15 deles (80% de aproveitamento) e nos outros quatro
subiu ao pódio, com três vice-campeonatos e um terceiro lugar.
O desempenho impressionante da seleção prova que o Bernardinho tem, como
poucos, a capacidade de montar grupos vitoriosos, unindo talentos e
estimulando competitividade em cada jogador. E este é o maior desafio do
técnico a partir de agora: manter a chama da motivação acesa para os cinco
torneios de 2007.
Além do Pan, que será disputado no Rio de Janeiro e que já foi colocado como
prioridade pela Confederação Brasileira de Vôlei, a equipe jogará a Liga
Mundial, a Copa América, o Campeonato Sul-Americano e a Copa do Mundo,
primeira competição classificatória para a Olimpíada de 2008, em Pequim.
“Não podemos abrir mão de outras competições importantes, mas o Pan tem
importância muito grande nas nossas mentes e nos nossos corações, pois é o
título que não temos”, disse Bernardinho.
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