Donald Trump completa na terça-feira (20) um ano desde seu retorno à Casa Branca, e o segundo mandato é marcado por medidas que mexeram tanto com a política interna quanto com a cena internacional. Entre ações executivas e decisões surpreendentes, o presidente mantém os EUA no foco de debates globais.
Internamente, a política migratória foi intensificada, com mais de 20 mil agentes do ICE mobilizados, prisões de imigrantes em processo de regularização e aumento das deportações. Políticas de revisão de naturalização também deixaram candidatos em limbo, provocando protestos e ações judiciais.
O protecionismo comercial se destacou, com tarifas sobre importações de dezenas de países, incluindo medidas de pressão econômica sobre aliados e parceiros estratégicos. O Brasil, por exemplo, sofreu inicialmente com tarifas adicionais que depois foram progressivamente retiradas após negociações diplomáticas.
Na política externa, Trump alternou entre alianças estratégicas e confrontos: reforçou apoio a Israel, criticou o Irã, manteve relações turbulentas com Rússia e Ucrânia, e até pressionou a Dinamarca sobre a Groenlândia. Essas decisões geraram desconfiança em líderes internacionais e instabilidade em negociações multilaterais.
Além disso, universidades e a imprensa foram alvos de investigações e processos, enquanto políticas de saúde, como a retirada de vacinas do calendário infantil e o fechamento da USAID, geraram alerta entre especialistas e críticas internacionais.
O primeiro ano do segundo mandato mostra confrontos internacionais, pressão econômica e ações internas duras. A polarização política e o impacto global dessas medidas continuam a definir o ritmo do governo e a expectativa para 2026.
