A policia de Santa Catarina segue nas investigações sobre o caso do cão Orelha, encontrado na praia Brava, em Florianópolis, com ferimentos tão graves por espancamento que precisou ser sacrificado por veterinários.
Alguns vídeos têm circulado nas redes sociais com imagens que supostamente mostram os autores do crime, mas a polícia não divulgou nomes de nenhum dos envolvidos nas investigações.
As famílias dos envolvidos alegam que têm recebido ameaças e se manifestaram através de uma agência de reputação. “Nosso filho não tem qualquer relação com esse fato e não colaborou de forma alguma para que ocorresse”, diz uma nota divulgada por uma das famílias.
Dois dos adolescentes suspeitos de participação no crime viajaram para a Disney, em Orlando (FL), mas a família afirma que a viagem já estava programada há meses. “Nada disso procede, queremos que todo esse caso seja solucionado o mais rápido.”
A delegada reponsável pelo caso, Mardjoli Adorian, afirma que há indícios da participação dos adolescentes no caso, mas a investigação corre em sigilo e nenhum nome foi oficialmente divulgado.
Orelha era um cão comunitário na praia Brava, muito querido pelos frequentadores. O caso causou comoção e revolta na comunidade pela crueldade com que foi espancado, ganhando repercussão nacional.
