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EUA endurecem vigilância para a Copa de 2026 e ONU pede revisão da política migratória

Departamento de Segurança Interna amplia integração de inteligência entre agências durante o Mundial

Markwayne Mullin defende a ampliação do compartilhamento de inteligência e a atuação conjunta entre agências para identificar possíveis ameaças durante a Copa do Mundo de 2026. (Foto: U.S. Department of Homeland Security via YouTube)

Os Estados Unidos anunciaram um reforço no esquema de segurança para a Copa de 2026, com maior troca de informações entre agências federais, autoridades locais e parceiros internacionais.

O secretário interino do Departamento de Segurança Interna, Markwayne Mullin, afirmou que o Escritório de Inteligência e Análise terá papel central na identificação de possíveis ameaças durante o evento, que deve atrair até sete milhões de visitantes. “Muita gente vem para cá para a Copa do Mundo. E nem todos são apenas torcedores. Estamos garantindo que as informações sejam compartilhadas e que as pessoas certas consigam rastrear os criminosos”, disse.

O FBI também informou que vai mobilizar equipes especiais, com agentes táticos, especialistas em explosivos e sistemas de defesa contra drones.

O reforço nas medidas de segurança também abriu espaço para críticas internacionais. A ONU chegou a pedir que os Estados Unidos “repensem profundamente” as regras de entrada durante a Copa do Mundo, citando preocupações com o tratamento dado a visitantes estrangeiros.

Autoridades americanas afirmam que as medidas fazem parte de protocolos de segurança e que cada caso é analisado individualmente.

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