A partir de 1º de fevereiro, passageiros que não apresentarem REAL ID ou outro documento federal aceito para embarque, como passaporte ou green card, vão ter que pagar 45 dólares para embarcar em voos domésticos nos Estados Unidos.
A taxa foi anunciada pelo TSA (Transportation Security Administration) e se aplica a quem chega ao aeroporto sem identificação válida para a triagem de segurança. Nesses casos, o passageiro vai precisar passar por uma verificação extra de identidade e pagar a taxa, que não é reembolsável. O pagamento pode ser feito online ou diretamente na entrada da triagem, mas o TSA recomenda fazer com antecedência para evitar filas.
Desde maio de 2025, todos os passageiros com 18 anos ou mais já são obrigados a apresentar REAL ID ou outro documento aceito pelo TSA para entrar na área de segurança. Até agora, quem não tinha a identificação correta ainda podia embarcar após uma verificação extra gratuita, mas essa opção deixa de existir a partir de fevereiro.
A taxa de $45 não se aplica a passageiros que apresentarem documentos aceitos pelo TSA, como passaporte, carteira de motorista compatível com REAL ID, green card, cartões de viajante confiável (Global Entry, NEXUS, SENTRI) ou identificação militar dos EUA.
O processo de verificação extra, chamado TSA ConfirmID, pode levar de 10 a 30 minutos ou mais. Mesmo pagando a taxa, não há garantia de embarque: o passageiro só poderá seguir viagem se a identidade for confirmada pelo TSA.
Para evitar o custo extra, e o tempo adicional no aeroporto, o TSA recomenda verificar se a carteira de motorista tem o selo REAL ID, identificado por uma estrela, ou viajar com passaporte ou outro documento aceito.
