Cinco pessoas são presas acusadas de fraude de casamento em Connecticut e NY

Um dos acusados chegou a legalizar quatro pessoas por meio de casamentos falsos

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Imagem publicitária do US Immigration and Customs Enforcement
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O Departamento de Justiça indiciou cinco pessoas pelo crime federal de casamento fraudulento para obtenção de green card em Connecticut e New York.

Carl Jarrett, 35, Kenol Noel, 34, Ricky Owen, 39, todos de Bridgeport (CT), Marvin Williams, 59, de New York City, e o jamaicano naturalizado americano Dwight Henry, de 44 anos, foram acusados de submeter falsos documentos à Imigração para que as mulheres imigrantes de outros países pudessem se legalizar. Nesses casos, as interessadas pagam e forjam um casamento para apresentar fotos e documentos falsos à imigração.

O acusado Marvin Williams chegou a se ‘casar’ quatro vezes e deu green card para as quatro esposas.

Dwight Henry, residente em Queens, New York, também foi acusado como parte da conspiração. Todos os cinco foram presos em meados de novembro.

Noel pode pegar até 30 anos de prisão; Jarrett, Owen e Williams enfrentam uma pena máxima de 15 anos e Henry enfrenta um prazo máximo de 10 anos.

ICE pede para que pessoas denunciem casamentos falsos

O U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) pede em seu website que as pessoas denunciem casamentos falsos nos Estados Unidos. “Casamento fraudulento não é um crime inocente. É um crime sério de fraude que enfraquece a segurança nacional. Participar de um casamento falso pode resultar em prisão de pelo menos cinco anos”, diz o ICE em comunicado.

Os envolvidos nesse tipo de crime, além de pagar multa de $250 mil, podem passar pelo menos cinco anos na prisão (tanto o americano quanto o imigrante) e, no caso do imigrante, ele pode ser deportado para o País de origem.