Drops Jorge Nunes

DROPS

Drops

Nem a chuva, nem a neve, nem o calor, nada impedirá…

Como diria o saudoso Zózimo Barrozo do Amaral, uma raposa felpuda confidenciou à coluna que um alto executivo de uma das maiores empresas de courier dos EUA foi despachado para o Brasil para cuidar da eventual aquisição de uma das maiores estatais do país. Outras raposas, entretanto, juram que neste ano de eleições será quase impossível avançar com o projeto de privatizações do governo Bolsonaro, que dependem de aprovação do Congresso, consultas públicas, e ainda questões constitucionais que precisam ser julgadas pelo STF. Quem souber o que vai acontecer que mande um cartão postal para a coluna.

Um flamenguista na terra dos flamengos

O cônsul-geral do Brasil em Miami, João Mendes, já está fazendo as malas para a próxima missão, deixando a cidade já no mês de março. A passagem do diplomata por Miami ficou em boa parte marcada pela complicada administração dos serviços consulares em tempo de pandemia. Mendes teve de limitar o atendimento ao público por conta de imposições legais e saiu-se muito bem na incômoda tarefa, conciliando a maior presteza possível nos serviços com restrições de pessoal no consulado. Recentemente sabatinado com sucesso pela Comissão de Relações Exteriores do Congresso, ele vai assumir a embaixada brasileira em Bruxelas, no coração do reino da Bélgica, posto que a propósito vem bem a calhar para ele, fervoroso torcedor do Flamengo. João Mendes com toda certeza vai ficar bem à vontade na legítima terra dos flamengos.

Resgate de imagem

Está em gestação por algumas das mais importantes instituições econômicas do Brasil um esforço conjunto para dinamizar a presença da indústria brasileira no cenário global. O esforço visa colocar o Brasil de volta no ambiente de negócios mundial com importância proporcional à sua riqueza, particularmente no setor industrial. O grupo quer alçar a competitividade brasileira ao nível conquistado pelo agronegócio, que transformou o Brasil em maior exportador mundial de commodities como açúcar, café, suco de laranja e carne bovina. A ideia é abrir diversas frentes pelo mundo para efetuar gestões de promoção da indústria do país. E Miami, por sua importância estratégica, será o ponto de partida.

Porto seguro

Já está no forno e em fase de impressão o guia de negócios O Prático, publicação da Brazilian-American Chamber of Commerce of Florida (BACCF) que vai mostrar ao investidor brasileiro o caminho certo para empreender nos Estados Unidos. O nome é inspirado no profissional portuário encarregado de atracar as grandes embarcações com segurança nos portos, e descreve bem a intenção do guia. São diversos capítulos, redigidos por especialistas dos quadros da BACCF, abordando em detalhes assuntos como contabilidade, sistema bancário, política fiscal, imigração, questões legais, exportação/importação e tudo mais que é relevante para estabelecer com segurança um novo negócio nos Estados Unidos. O Prático está previsto para circular em fevereiro, e poderá ser obtido no site da BACCF – brazilianchamber.org

De volta

Fevereiro marca a volta da nossa publicação-irmã, a revista de negócios BizBrazil Magazine (bizbrazilmagazine.com). A pandemia aparou um pouco as asas da revista quando ela ainda estava decolando em 2020, e por isso fomos obrigados a suspender temporariamente a circulação. Mas a tempestade está passando, e a BizBrazil retorna com força total no mês que vem com uma edição especial dedicada ao real estate, com artigos enfocando o movimento no mercado de imóveis nos EUA, estatísticas e entrevistas com profissionais ligados ao ramo. A BizBrazil tem circulação dirigida pelo correio, desembarcando direto na mesa de empresários e tomadores de decisão no eixo EUA-Brasil. Se você quiser receber também inteiramente grátis a BizBrazil, basta mandar um e-mail para info@bizbrazilmagazine.com com seu nome e endereço completo (somente nos EUA).

Último número 

Circulou pela última vez o jornal Brasileiras & Brasileiros, sediado em Orlando (FL). Depois de 27 anos, os proprietários Eraldo e Maida Manes resolveram encerrar a publicação, que tinha periodicidade mensal e distribuição via correio. Em sua página no Facebook, Eraldo disse que ultimamente vinha tentando encontrar uma alternativa econômica viável para o B&B, mas infelizmente sem sucesso. Durante as quase três décadas que estiveram à frente do jornal, Eraldo e Maida conquistaram a proeza de serem uma unanimidade no que diz respeito a competência, integridade e boa fé no jornalismo brasileiro comunitário nos Estados Unidos. O B&B terá seu lugar na história como um dos mais importantes veículos comunitários brasileiros nos EUA.

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