Estados Unidos têm o maior número de casos e mortes pelo coronavírus no mundo

País superou a Espanha e Itália com mais de 550 mil casos e 22 mil mortes pela COVID-19; Trump afirma que quer "reabrir" o País até o dia 1 de maio

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Trump falava com jornalistas sobre a pandemia de Covid-19 e os decretos assinados no fim de semana
Trump falava com jornalistas sobre a pandemia de Covid-19 e os decretos assinados no fim de semana

Os Estados Unidos passam a ocupar o primeiro lugar da lista de países com o maior número de casos e mortes pelo coronavírus. Os casos chegam a 557 mil e mais de 22 mil pessoas morreram. O epicentro da doença no País é New York, que tem 189 mil casos e mais de 9 mil mortes. A Flórida tem 19,8 mil casos e 461 mortes. 

Em seguida vem a Espanha com 166 mil casos e 17 mil mortes e a Itália com 156 mil caos e 19 mil mortes. O Brasil registra 22.3 mil casos e 1.230 mortes pela Covid-19. 

Especialistas em saúde pública alertam que o número de mortos nos EUA poderá subir durante o verão se as pessoas voltarem às suas rotinas e o comércio reabrir. O presidente Donald Trump disse que espera que o País “reabra” no final deste mês. 

Trump disse que deseja que a vida volte ao normal o mais rapidamente possível e que as medidas destinadas a conter a propagação do coronavírus têm seu próprio custo econômico e de saúde pública. As atuais diretrizes federais vão até 30 de abril.

O presidente terá que decidir se deve estendê-las ou começar a incentivar as pessoas a voltar ao trabalho e a um estilo de vida normal.

O presidente disse que iria divulgar um novo conselho consultivo, possivelmente na terça-feira (14), que incluirá alguns governadores estaduais e se concentrará no processo de reabertura da economia dos EUA.

O número de americanos que solicitou o seguro desemprego nas últimas três semanas ultrapassou 16 milhões, com novos pedidos semanais superando 6 milhões pela segunda vez consecutiva na semana passada.

O governo disse que a economia eliminou 701 mil empregos em março. Essa foi a maior perda de empregos desde a grande recessão e encerrou o maior boom de empregos na história dos EUA, iniciado no final de 2010.