Funcionário da Disney aciona polícia após perceber situação de violência doméstica

Mulher da Pennsylvania ligou para a Walt Disney World supostamente para comprar ingressos para os parques temáticos, mas o atendente percebeu que havia algo errado

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Foto: 123rf.com
Foto: 123rf.com

Uma mulher da Pennsylvania ligou para o departamento de vendas da Walt Disney World no último dia 9 de janeiro, supostamente para comprar ingressos para os parques temáticos.

Mas o funcionário que a atendeu percebeu que ela estava passando por uma situação de violência doméstica e precisava de ajuda.

 Segundo reportou o jornal York Dispatch, o atendente disse à polícia que enquanto processava a venda, escutou-a dizer: “afaste-se de mim”

Além disso, ela só respondia às perguntas com “sim” ou “não”.

Desconfiado, o funcionário, que não teve a identidade revelada, questionou se o motivo da ligação era realmente para comprar bilhetes para os parques. Ela disse: “não”.

O atendente perguntou se deveria entrar em contato com a polícia, e ela confirmou. Os agentes do Northern York County Regional Police, da cidade de Dover, (PA), foram acionados e constataram as agressões.

De acordo com as autoridades, ela apresentava hematomas no rosto e disse que o namorado havia tentado enforcá-la.

O suspeito foi identificado como Wayne Terry Shiflett, de 38 anos. Ele foi preso e tem audiência marcada para comparecer diante de um juiz no dia 1º de fevereiro.

Atitudes que salvam

Em 2018, um funcionário da Domino’s pizza, em Wisconsin, agiu rápido e ajudou a salvar a vida de uma mulher que ligou para fazer um pedido e deu indícios de que estava sendo espancada pelo marido.

No Novo México, funcionários da mesma rede de pizzaria desconfiaram de uma situação de sequestro e alertaram a polícia.

No dia do ano novo, a brasileira Flaviane Carvalho percebeu uma situação de abuso envolvendo uma criança no restaurante em que trabalha em Orlando (FL) e perguntou ao menor, por meio de um bilhete, se precisava de socorro.

A atitude heroica da brasileira resultou na prisão da mãe e do padrasto do garoto por abuso infantil em terceiro grau.