Massacre de Orlando pode ter sido causado por ódio a gays

Pais de assassino, que era agente de segurança com porte de arma, disseram que ele tinha tendências homofóbicas

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Omar Mateen

O homem que invadiu armado a boate LGBT Pulse na madrugada deste domingo, em Orlando, matando 50 pessoas e ferindo outras 53, no maior massacre a mão armada da história dos Estados Unidos, era agente de segurança e tinha porte de arma. Omar Mateen, cidadão americano, foi morto pela polícia numa troca de tiros.

Os pais do atirador disseram que a ação pode ter sido por causa das ideias “anti-gay” do filho, que teria expressado revolta numa praia de Miami ao ver dois homens se beijando, há cerca de dois meses. Os pais do assassino, que acredita-se serem de origem afegã, dizem que a matança “não tem nada a ver com religião.”

Mateen era morador de Fort Pierce (Flórida), no condado de St. Lucie.

O prefeito de Orlando, Buddy Dyer, declarou estado de emergência na cidade. As autoridades pedem por doações de sangue, especialmente dos tipos O negativo, O positivo e A/B.

O presidente Obama fala à nação à 1:30 p.m.

ATUALIZAÇÃO À 1:50 p.m. – Atirador confessou lealdade ao ISIS em telefonema ao 911, diz a CNN.