Nos 20 anos sem Renato Russo, o ídolo do rock recebe diversas homenagens

Líder da banda Legião Urbana morreu em 1996, mas deixou para trás um grande legado

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Renato Manfredini Júnior, o Renato Russo
Renato Manfredini Júnior, o Renato Russo

O líder da Legião Urbana, Renato Manfredini Júnior, o Renato Russo,  morreu no dia 11 de outubro de 1996, aos 36 anos, e mesmo já tendo se passado 20 anos sem o grande poeta, a impressão que se tem é que ele está mais vivo do que nunca. Há dois meses, os ex-integrantes da banda acompanhados do vocalista André Frateschi lotaram o Bandshell, em Miami Beach, para homenagear o artista por meio da turnê “Legião Urbana 30 anos”. O público cantou, por oito minutos, a letra inteira da música “Faroeste Caboclo” e relembrou tantos outros sucessos do grupo.

Quem acompanhou a “Legião Urbana” sabe que é praticamente impossível esquecer as músicas que tão bem falam do amor, polícia e amizade. O mais incrível é que também as novas gerações, mesmo aquelas pessoas que nasceram após a sua #Morte, aprenderam a admirar o cantor que soube como ninguém usar as palavras e transformá-las em melodias que são cantadas por todos nos dias atuais.

Renato Russo veio a falecer por causa das complicações causadas pelo HIV. Partiu cedo demais, com apenas 36 anos, sozinho, em seu apartamento ao lado do pai. A mãe do cantor disse que ele simplesmente desistiu de lutar, cansou de viver e fica claro nas músicas da Legião Urbana que ele nunca se deu bem com o mundo em que vivia, não aceitava as diferenças, a falta de amor, a sujeira na política e tantas outras questões que abordadas em suas canções viravam poesias.

Para muitos, a história de Renato começou com a rebeldia no Aborto Elétrico, indo depois para o “Trovador Solitário”, se consagrando na Legião Urbana e ainda mostrando que tinha capacidade de sobra para uma carreira solo.

Giuliano Manfredini, filho de Renato, hoje responsável pela “Legião Urbana Produções Artísticas”, divulgou uma série de homenagens ao pai, inclusive com o disco “Viva Renato Russo 20 anos”, além de livros, filmes e até uma exposição no Museu da Imagem e Som, em São Paulo, onde serão mostrados alguns dos objetos que ficaram no apartamento do cantor, além de 50 diários exclusivos, mais a coleção completa de seus discos e livros. (com Blasting News).