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Pastor de Orlando é preso acusado de fraudar auxílio-Covid em $8 milhões

O pastor e seu filho, ambos missionários cristãos da organização Aslan International Ministry, são acusados ​​de usar fundos humanitários para cobrir despesas de luxo, incluindo uma casa multimilionária perto do Walt Disney World

O pastor Evan Edwards e seu filho Joshua Edwards. Foto: Reprodução Facebook

Um pastor e seu filho foram presos depois de arrecadar de forma fraudulenta mais de $8 milhões em fundos federais e ajuda humanitária para vítimas do Covid-19 em 2020. Evan Edwards e Joshua Edwards eram esperados para uma primeira aparição no tribunal de Orlando, na quarta-feira (14), mas Evan declarou estar enfrentando “problemas de saúde”. Joshua compareceu mas não respondeu as perguntas do juiz. Eles são acusados ​​de usar tais fundos para cobrir despesas de luxo, incluindo uma casa multimilionária perto do Walt Disney World.

O pai e o filho, ambos do Canadá, são missionários cristãos que dirigem a organização Aslan International Ministry, com o propósito expresso de comunicar “o amor cristão na doutrina e no serviço aos pobres”.

Depois de fazer trabalho missionário na Turquia, a família mudou-se para a Flórida em 2019, estabelecendo-se a cerca de uma hora de Orlando. Os promotores federais agora alegam que, a partir de abril de 2020, a família Edwards cometeu fraude ao enviar um pedido de empréstimo fraudulento ao Paycheck Protection Program (PPP), que dizia que o ministério da família tinha 486 funcionários e uma folha de pagamento mensal de $2,7 milhões.

Documentos legais no Distrito Central do Tribunal Distrital dos EUA da Flórida em Orlando mostram que as coisas passaram a se complicar para a família Edwards quando eles tentaram comprar uma casa de $3,1 milhões perto da Disney World.

Na quarta-feira, Evan Edward, de 60 anos, não compareceu ao tribunal alegando problemas de saúde. Joshua, de 30 anos, se apresentou mas o defensor público afirmou ter dificuldades de comunicação com o cliente. O juiz então se dirigiu a ele: “Você pode me ouvir?”, “Você entende o que estou dizendo?”. Joshua Edwards não respondeu, olhando vagamente ao redor da sala. O juiz ordenou uma avaliação psiquiátrica dele. No entanto, o promotor assistente do caso disse que Joshua falou e interagiu “muito bem” com os agentes horas antes de entrar na corte.

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