A primavera ainda nem começou oficialmente, mas a temporada de alergias já dá sinais na Flórida. Com a mudança gradual nas temperaturas e dias mais longos, as árvores entram em fase de polinização e aumentam a concentração de partículas no ar, o que é comum nesta época do ano no estado.
De acordo com calendários nacionais de alergia e plataformas de monitoramento como Pollen.com e AccuWeather, o sul dos EUA registra aumento nos níveis de pólen entre fevereiro e abril. Na Flórida, com o clima mais quente, esse processo pode começar antes mesmo de chegar a nova estação.
Espécies como carvalho, cipreste e pinheiro estão entre as principais responsáveis pelo pólen no período. A combinação de tempo seco e ventos leves faz dispersar as partículas, ampliando o impacto para quem tem sensibilidade respiratória.
Os espirros frequentes, congestão nasal, coceira nos olhos e irritação na garganta são os sintomas mais comuns. Quem sofre de rinite alérgica ou asma tende a sentir mais os efeitos, especialmente em dias de índices considerados altos.
A recomendação é acompanhar os boletins diários de pólen divulgados por serviços meteorológicos e reduzir a exposição nos dias de maior concentração.
