Trump e Putin se reúnem em encontro do G20 na Alemanha

Encontro entre dois líderes durou duas horas e 16 minutos

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Putin e Trump se reuniran em Washington FOTO: Reuters
Putin e Trump se reuniran em Washington FOTO: Reuters

O presidente Donald Trump e o presidente russo, Vladimir Putin, se reuniram nesta sexta-feira (7) durante o encontro do G20, em Hamburgo, na Alemanha. É a primeira vez que os dois líderes se encontram pessoalmente. Segundo a CNN, o encontro durou mais que o previsto e os dois líderes conversaram por duas horas e 16 minutos.

Trump, que já havia cumprimentado Putin mais cedo, afirmou que estava “honrado” com o encontro, e que espera que “muitas coisas boas aconteçam para os EUA e para a Rússia”, segundo a agência Reuters.

“Putin e eu discutimos vários assuntos, e acho que foi tudo muito bem”, comentou Trump.

Putin retribuiu os elogios, dizendo que estava “muito feliz em encontrá-lo pessoalmente”, e afirmou que espera que o encontro traga bons resultados para ambos.

“Nós tivemos algumas conversas muito boas. Vamos agora conversar novamente, e é claro que isso vai continuar. Esperamos que muitas coisas positivas aconteçam para a Rússia, para os Estados Unidos e para todos os envolvidos”, completou o líder russo.

“Conversas por telefone nunca são suficientes”, afirmou o mandatário russo, que já havia falado com Trump algumas vezes, como em janeiro, quando os líderes abordaram as possibilidades de derrotar o Estado Islâmico.

Trump ignorou as questões de jornalistas sobre a suporta interferência russa nas eleições presidenciais americanas.

Encontro do G20

O encontro começou nesta sexta-feira (7) em Hamburgo, e tem a presença das 20 maiores economias do mundo. Na véspera do encontro, em Hamburgo, houve protestos contra a reunião e muita violência entre a polícia alemã e black blocs. Manifestantes voltaram a tomar as ruas da cidade na manhã de sexta-feira (7).

O presidente do Brasil, Michel Temer, chegou a Hamburgo na madrugada desta sexta. Embora mergulhado em uma grande crise política, ele acenou com a possibilidade de não viajar para a Alemanha, para tratar de garantir votos contra sua denúncia na Câmara. Mas foi convencido a ir.