Um homem, identificado como Austin Tucker Martin, de 21 anos, foi morto a tiros na madrugada de domingo (22) ao tentar entrar ilegalmente no perímetro de segurança de Mar-a-Lago, resort e residência do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A apuração do caso está sendo conduzida pelo Federal Bureau of Investigation (FBI), em conjunto com o Serviço Secreto e autoridades locais.
De acordo com informações oficiais, o homem se aproximou de um dos acessos ao complexo presidencial carregando o que aparentava ser uma espingarda e um galão de combustível. Ao ser interceptado, recebeu ordens claras para largar os objetos e se render, mas não obedeceu e apontou a arma na direção dos agentes. Em resposta, os policiais abriram fogo, atingindo o suspeito, que morreu ainda no local. Nenhum agente de segurança ficou ferido durante a ocorrência.
No momento do confronto, Trump e a primeira-dama encontravam-se em Washington, onde cumpriam compromissos oficiais. Apesar da ausência do chefe do Executivo, o nível de alerta no local permaneceu elevado, já que Mar-a-Lago é considerado um ponto de alta sensibilidade, protegido permanentemente pelo Serviço Secreto, independentemente da presença do presidente.
O inquérito busca esclarecer se o homem agiu sozinho, como conseguiu chegar à área restrita e qual era sua real intenção ao tentar acessar uma das propriedades mais vigiadas do país.
