Armas inteligentes devem começar a ser vendidas nos EUA em 2022

Armamento possui tecnologia de reconhecimento biométrico e só dispara nas mãos de usuários autorizados; objetivo é reduzir suicídios, tiros acidentais efetuados por crianças, entre outros

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(Foto) SmartGunz/Divulgação)

Armas inteligentes que somente disparam nas mãos dos seus donos podem chegar às lojas dos EUA ainda este ano após décadas de planejamento.  Pelo menos duas empresas, a LodeStar Works, de Idaho, e a SmartGunz LLC, do Kansas, já estão em fase de testes com os equipamentos. A proposta é reduzir os suicídios, tiros acidentais efetuados por crianças, crimes cometidos com armas roubadas, e outros. O cofundador da LordeStar, Gareth Glaser, reconheceu que haverá desafios adicionais para a fabricação em larga escala, mas expressou confiança.

A tecnologia usada permite que a arma seja desbloqueada apenas através de reconhecimento biométrico como impressão digital da palma da mão. Há também a possibilidade de sensores instalados em algum acessório utilizado pelo proprietário como um anel ou uma pulseira e, por último, através de um código PIN em um aplicativo próprio conectado no celular do dono. A liberação acontecerá em menos de um segundo, conforme informaram os fabricantes.

A National Riffle Association (NRA) não se opõe ao desenvolvimento de armas inteligentes,  mas é contra qualquer lei que proíba os americanos de adquirir ou possuir armas que não tenham a tecnologia ‘smart’.

A LodeStar Works apresentou sua pistola inteligente de 9 mm para acionistas e investidores em Boise, Idaho, na última sexta-feira (7). Já a SmartGunz LLC, disse que os agentes da lei estão testando seu produto. Para adquirir uma arma inteligente o consumidor terá que desembolsar entre $800 e $2,000.