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As Mulheres do Brazilian Voices

 

Mineira de Belo Horizonte, Juliana Klein cresceu no meio de músicos e, graças a essa influência, decidiu estudar piano e canto. Mãe de Julia, ela estudou Administração e Turismo e hoje possui uma firma na área de limpeza.

Viviane Neves está no Brazilian Voices desde 2004, mas sua ligação com a música vem de muito antes: na infância gostava de cantar com os pais e casou-se com um violonista, com quem participou de shows em festivais. É paulistana.

Filha de peixe… Roberta Alves herdou do pai músico o talento nessa área. Profissional da área de responsabilidade social de uma grande corporação, ela jamais abandonou a sua paixão e participou do coral da empresa, até ser transferida para Miami, em 2003, onde vive com a família.

Silvana dos Santos é de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, e desde cedo participou de corais de sua igreja, na cidade natal, e depois na universidade. Jornalista de formação, ela já trabalhou no jornal AcheiUSA, é professora de línguas e tem uma filha, Vitória.


Andrea Felizardo é gaúcha de Porto Alegre e vive em Miami desde 1996. Casada e mãe do Arthur, dirige sua própria compania de Construção e Remodelação de Interiores. No Brazilian Voices doa sua voz e trabalho, desde 2001. É a tesoureira e diretora financeira, além de atuar como monitora das Sopranos. Foi ela quem apresentou um solo na homenagem prestada a Jorge Benjor, no ultimo Press Award.

A pernambucana Antonia Maria Cantalice-Forcelledo esteve ligada à cultura, especialmente a regional, e a música desde cedo ocupou um espaço importante em sua vida. Participou de corais na adolescência e considera o Brazilian Voices uma das experiências mais marcantes de sua vida. Casada, ela vive em Miami desde 1998.

Cristina Palomo encontrou no Brazilian Voices o conforto que precisava numa época de perdas em sua vida – e o grupo lhe ajudou a superar os momentos difíceis. Natural de Barretos, a terra dos rodeios em São Paulo, ela é casada e tem duas filhas, Vanessa e Alexa. Cristina estudou fotografia e trabalhou muito tempo como analista de sistemas.

Paulistana, Sibila Ribeiro é formada em Comunicação e possui um estúdio de web design. Foi ela, por sinal, quem produziu o site do grupo (www.brazilianvoices.org). Já morou na Califórnia, mas está muito feliz na Flórida, ao lado do marido e das duas filhas. Integra o Brazilian Voices desde 2003.


A catarinense Adilvane Brock está há apenas dois anos em Miami, mas já tem um grande envolvimento com a comunidade de língua portuguesa aqui na região, pois é voluntária em projetos ligados a educação, saúde e violência doméstica. Casada e mãe de uma menina, ela já morou em Boston, onde se formou como intérprete e tradutora.

Considerada a ‘caçula’ do grupo, Carolina Rodriguez Lassance nasceu em Miami, descendente de uma família cubano-americana. Seu objetivo é prosseguir na carreira artística, pois sempre se interessou por música – na verdade, desde os seis anos de idade, quando passou a integrar o coral de sua igreja. No currículo ela tem a participação em vários musicais e uma apresentação no Vaticano, diante do Papa.

Cláudia Georgiopoulos é mineira de Belo Horizonte e vive nos Estados Unidos com o marido e dois filhos. A sua presença no Brazilian Voices é a conseqüência natural de anos de trabalho com músicos brasileiros e também em parte pela sua vocação para a música, demonstrada em apresentações informais junto ao círculo de amigos. Ela é formada em Educação e Artes.

Outra mineira de BH. Karey Lorena Emmerich graduou-se em Administração e seguiu carreira na área, antes de se mudar para a Flórida, há cinco anos. A música, porém, sempre esteve presente em sua vida, muito por influência da irmã mais velha, uma professora de piano. Karey estudou flauta, artes plásticas, dança e fez parte de um grupo de teatro.


A paulista Maria Fernanda Lobo é formada em publicidade & propaganda, com especialização em marketing político, mas sua vida sempre esteve ligada à cultura: estudou balé clássico por vários anos e sempre foi louca por MPB. Mora na Flórida desde 2002 e é casada, com um filho.

Isabel Escosteguy vive nos EUA há quase 20 anos, mas jamais deixou de lado sua ligação com a autêntica cultura brasileira. Tanto é verdade que uma de suas paixões – além da música – é a capoeira e, para seu orgulho, o filho Daniel é um exímio capoeirista. Carioca, é formada em matémática e ciências da computação.

Psicóloga de formação, Elida Cammer está na América desde 2000, mas não tira o Brasil da cabeça: primeiro porque seus dois filhos adultos vivem em São Paulo e, segundo, porque é uma profunda admiradora da música brasileira. Outro hobbie desta paulista é a fotografia.

Outra ‘estrangeira’ do Brazilian Voices, a analista de sistemas Claudia Chen nasceu em Taiwan, mas se considera – com toda a razão – uma verdadeira brasileira. Chegou aos Estados Unidos em 1994, tem três filhas, e considera uma de suas missões na vida a divulgação da nossa música.


Nascida aqui na Flórida, criada em Buenos Aires e com a simpatia que é a marca registrada brasileira. Assim pode ser descrita Marpessa Quintar-DeMoraes, mãe de três filhas e casada com um músico – brasileiro, naturalmente. Amante da música desde criança, ela jamais deixou essa paixão se esgotar, nem mesmo nos tempos de estudo intenso nas áreas de Psicologia e Educação. Hoje, no Brazilian Voices, ela é uma das coordenadoras do belíssimo projeto ‘Arts & Healing’.

Thais Grinberg é paulista e sua vida sempre foi voltada para cultura. Como profissional de Comunicação de uma emissora de televisão brasileira, ela sempre esteve em contato com músicos e artistas, mas nos bastidores. Por isso, talvez, nunca tenha pensado em cantar em público. Agora, com o Brazilian Voices, percebeu que isso é uma terapia e uma maneira gostosa de fazer novas amizades. Mora na Flórida desde 2003 e tem um filho.

Mais uma paulista no grupo: Kátia Iole nasceu em Jundiaí, no interior do estado, e está há mais de 20 anos nos Estados Unidos. Já morou também na Califórnia, mas está muito feliz na Flórida, com suas duas filhas e trabalhando com tradução. Depois que passou a integrar o Brazilian Voices, conseguiu juntar passionate about music, dance, theatre, and poetry, she is ecstatic to be part of such a talented vocal group.

A consultora de Marketing Cláudia Nunes é carioca… mas nasceu em New York. Desse mix de backgrounds, surgiu uma pessoa que sempre encontrou na música – especialmente a Brasileira – uma inspiração para a vida, fazendo com que busque constantemente devolver um pouco da alegria que experimenta cantando. Por isso, dedica parte de seu tempo a trabalhos voluntaries, como para uma ONG voltada a crianças carentes do Brasil.


Deborah Ogden é paulistana e, como arquiteta e urbanista, trabalhou vários anos na área de Perícias e Avaliações. Mudou-se para a Flórida em 2000, com o marido e dois filhos, Julia e William. Sempre foi muito envolvida com artes, teatro, pintura e música e, agora, no Brazilian Voices, tem a oportunidade de reacender toda a sua grande paixão pela cultura brasileira.

Lygia Maria Edghill também nasceu em São Paulo. Lá graduou-se em Educação Artística com licenciatura plena em Desenho Técnico e Geométrico. Mas a música sempre esteve presente em sua vida e, aos oito anos começou a estudar piano, depois violão, flauta e canto. Mora nos Estados Unidos desde 1991 e tem dois filhos.

A carioca Rosangela Galdino chegou à América em 1999, logo depois de se formar em Moda por uma universidade do Rio de Janeiro. Mãe de três filhos, ela realiza um trabalho voluntário de pesquisa para a rede de televisão MSNBC, mas participar do Brazilian Voices é o que lhe dá mais prazer.

Luciana Dal Santo Lewis teve um problema sério nas cordas vocais em 1995, que quase a fez perder a voz – algo inimaginável para quem tem todos os irmãos músicos. Cantar, portanto, era um sonho e um grande desafio para esta gaúcha de Soledade, que está nos EUA desde 2002 e é formada em artes. Integrante do grupo há quatro anos, ele tem sido responsável pela coordenação de eventos.


Heloisa Machado é mineira de Bom Despacho e está em Miami desde 1991. Na universidade estudou Línguas e Literatura, o que ajuda muito em sua atividade atual como professora e tradutora de português/inglês de uma grande companhia. Mora em Kendall e tem dois filhos, que moram, respectivamente, em Baltimore e nos Emirados Árabes.

A carioca Marize Casaes vive na Flórida há cerca de oito anos. Apesar da formação inicial em Administração, ela também tem um lado místico e naturalista, pois se graduou ainda em Naturopatia (tratamento de doenças através de meios naturais) e Astrologia. No Brazilian Voices, integra o Arts&Healing Project – musicoterapia.

Jade, ou Paola Callahan, é paulista, mas pode ser considerada uma cidadã do mundo: já estudou na Suiça e em New York e está nos Estados Unidos há 15 anos. Ela é formada em Arquitetura e Design de Interiores, mas sua grande paixão é a fotografia (tem um mestrado na área). Seus trabalhos já foram temas de várias exposições em diversos países.

A música está presente na vida de Thaís Reiss desde a infância em Campinas (SP), seja nas aulas de canto e piano, seja nas participações em corais e performances. A jovem, que vive na Flórida desde 2001, onde inclusive se formou em Relações Internacionais (FIU), é responsável pelas atividades da Câmara de Comércio Brasil-EUA.


As mulheres do Brazilian Voices

A cada edição, até o dia da próxima apresentação do ‘AfroBrazil’ (em 1º de novembro), o AcheiUSA vai publicar algumas histórias e fatos sobre as integrantes do grupo. As primeiras são justamente as fundadoras do Brazilian Voices

Beatriz Malnic e Loren Oliveira: é difícil falar de uma sem falar da outra. As duas paulistanas, que nasceram na mesma maternidade com apenas dois dias de diferença, estudaram com as mesmas professoras de canto e participaram de espetáculos com os mesmos artistas, mas só vieram se encontrar no sul da Flórida anos mais tarde, têm uma perfeita sinergia. Muito do sucesso do Brazilian Voices é devido ao empenho e talento das duas, que vivem há mais de 10 anos nos Estados Unidos.

Pouca gente sabe, mas Bia participou de turnês com músicos consagrados como Toquinho, Chico Buarque e João Bosco, entre outros. Ela já tem dois CDs gravados, sendo que o primeiro deles, com músicas da Bossa Nova e de samba, foi produzido por Roberto Menescal com o selo da Warner Music. O outro, ‘Estrada do Sol’, foi lançado aqui mesmo nos Estados Unidos.

Já Loren ingressou na carreira artística principalmente pelo incentivo dos pais. Depois de se apresentar na noite paulista, ela foi a protagonista da ópera-rock ‘Amapola’, de grande repercussão na década de 80. Também atuou em ‘Evita’ e em grandes musicais. Mais recentemente, dividiu o palco com Patrick Duffy, apresentando um concerto numa conferência de paz.

Clique aqui e leia também: Grupo Brazilian Voices prepara novo espetáculo

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