Casa Branca mantém restrição de entrada a viajantes do Brasil e outros países

Medida foi confirmada nesta segunda-feira e não se aplica a cidadãos americanos e portadores de green card com residência permanente

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Uso de máscaras e distanciamento social continuam recomendados (foto: Wikimedia)
EUA avaliam exigir cartão de vacina para entrada de estrangeiros(foto: Wikimedia)

O presidente Joe Biden assinou uma ordem-executiva nesta  segunda-feira (25) que mantém a restrição de entrada nos EUA de viajantes vindos do Brasil, Reino Unido, Irlanda e outros 26 países europeus, além da África do Sul. 

 No dia 18 de janeiro, dois dias antes de deixar a Casa Branca, Donald Trump ordenou que a proibição de passageiros vindos deste grupo de nações fosse suspensa a partir de 26 de janeiro.

Entretanto, o novo governo entendeu que continuar com a medida é importante para tentar conter a propagação das novas variantes do coronavírus, que foram fortemente detectadas nessas localidades.

Segundo comunicado publicado no site da Casa Branca, a medida permanecerá em vigor até segunda ordem do Presidente. Mas o Secretary of Health and Human Services deverá emitir um parecer a cada 30 dias sobre a necessidade de prorrogação ou cancelamento da ordem.

 Cidadãos americanos, portadores de green card com residência permanente e pessoas com vistos diplomáticos ou militares, entre outros, não serão afetados. Mesmo assim, ao viajarem para fora dos EUA, devem seguir uma série de regras estabelecidas pelo plano nacional de combate à covid-19 ao retornarem ao país.

Entre essas regras estão: apresentação de teste negativo de covid-19 feito até três dias antes do embarque e uso obrigatório de máscaras durante o voo e em toda a área do aeroporto. 

Além disso, recomenda-se que os passageiros fiquem em quarentena durante 14 dias após o desembarque nos EUA e façam novo teste após cinco ou sete dias, conforme orientações do Centers for Disease Control (CDC).

Clique aqui para conferir o texto da medida na íntegra.