Algumas escolas privadas nos EUA estão testando um modelo de ensino baseado em inteligência artificial, em que estudantes passam cerca de 2 horas por dia em matérias tradicionais, com o resto do dia dedicado a tópicos como liderança, finanças e oratória.
Cidades como Miami, Austin e Nova York já contam com unidades de escolas assim, como a Alpha School, que utilizam tutores de IA para personalizar o aprendizado. Segundo as instituições, os alunos avançam 2 a 4 vezes mais rápido que em salas de aula tradicionais; não existem, porém, estudos independentes que comprovem esses resultados.
O modelo é caro: algumas escolas chegam a cobrar até $65 mil por ano. Defensores ressaltam que a IA oferece aprendizado customizado, no ritmo do estudante; já críticos levantam preocupações sobre interação social reduzida, excesso de tempo em frente às telas e qualidade educacional.
Os impactos a longo prazo desse tipo de ensino ainda estão sendo estudados, e o modelo, por enquanto, não tem previsão de adoção em larga escala.