FBI investiga se atirador teve ajuda da mulher

Mídia americana divulgou que Noor Salman estava com Omar Mateen quando este comprou munição e que o levara de carro para a Pulse em outra ocasião

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Omar Mateen com a esposa, Noor Salman e o filho
Omar Mateen com a esposa, Noor Salman e o filho

A esposa do atirador Omar Mateen, Noor Salman, teria dito à polícia que tentou impedir que o marido realizasse o ataque. Mas ela pode ser indiciada como cúmplice e ainda por não ter alertado às autoridades sobre a iminência do ataque – o ataque mais letal do tipo na história recente dos Estados Unidos.

Logo depois do atentado, surgiu a informação de que Mateen, o atirador, tinha uma ex-mulher, Sitora Yusifiy, que o acusou de violência doméstica e disse que ele era “psicologicamente instável”.

Na terça-feira (14), porém, a mídia passou a divulgar que, após se separar de Yusifiy, Mateen se casou com Salman, com quem teria um filho. Há relatos ainda de que Mateen teria sido frequentador da boate gay e que teria trocado mensagens com homens por meio de aplicativos de relacionamento online.

Procuradores citados pela Fox News disseram que estavam tentando indiciar Noor Salman como cúmplice dos 49 homicídios e 53 tentativas de homicídio, e por não ter alertado às autoridades sobre o ataque iminente.

Ela alega, porém, que tentou convencer o marido a não realizar o ataque. Segundo uma fonte da rede de TV Fox, Mateen pode ter ligado para a mulher de dentro da boate durante o tiroteio.

Na terça-feira, a mídia americana divulgou ainda que Noor Salman estava com Omar Mateen quando este comprou munição e que o levara de carro para a Pulse em outra ocasião, porque ele queria investigar o local. Salman foi interrogada após o ataque, mas não foi presa.