Um Fusca azul com escudo do Grêmio em Manhattan já chama atenção por si só. Mas o que chama ainda mais é a história por trás dele: uma viagem de mais de 20 mil quilômetros, cruzando 14 países, para acompanhar a Seleção Brasileira na Copa do Mundo.
O dono da aventura é o gaúcho Guilherme Martin Nunes, criador do projeto “Até de Fusca Nós Iremos”. Ele saiu do Rio Grande do Sul há cerca de três meses e cruzou as Américas até chegar aos Estados Unidos, sempre na estrada e com paradas pelo caminho.
O trajeto não foi simples. O Fusca, com mais de 50 anos, exigiu ajustes e paradas técnicas, mas seguiu firme. “Sempre aparece algum problema, mas nada que me pare”, contou ele, que já encara os imprevistos como parte da viagem.
O carro virou praticamente uma casa sobre rodas: banco transformado em cama, geladeira instalada e até uma churrasqueira improvisada para manter o costume do churrasco gaúcho na estrada.
Antes da Seleção, Guilherme já viajava pelo continente acompanhando o Grêmio em jogos da América do Sul. Agora, o roteiro mudou para a Copa, com passagens por New Jersey, Filadélfia e caminho traçado até Miami.

Foto: Reprodução/Redes Sociais @atedefuscanosiremos
Em New York, entre Times Square e Rockefeller Center, o Fusca virou atração turística e o próprio motorista também. Ele aproveita para fazer lives, conversar com seguidores e transformar cada parada em conteúdo.
