Homens são presos acusados de furtar encomendas em Broward e Palm Beach

Alvos são encomendas entregues pela UPS, Fedex e USPS deixadas nas portas das residências

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Furtos de encomendas são muito comuns nesta época do ano
Furtos de encomendas são muito comuns nesta época do ano

Dois homens foram presos na terça-feira (19) acusados de furtar dezenas de encomendas nas portas das casas nos condados de Broward e Palm Beach. De acordo com a polícia, os acusados são Curtis Harris, de 32 anos, e Demetrius Harris, de 27 anos. A polícia de Fort Lauderdale, Boca Raton e o Broward Sheriff’s Office trabalharam em conjunto para prender os acusados.

Os suspeitos dirigiam um carro Infiniti 2018 preto e paravam de porta em porta para furtar encomendas. A ação foi capturada por câmeras de vigilância.

Entre os itens furtados estão: Apple TV, roupas, dinheiro e até mesmo pequenos objetos e presentes, como enfeites e tortas.

Os suspeitos foram seguidos pela polícia até serem parados num conjunto de casas em Deerfield Beach. As encomendas estavam no porta-malas do carro. Os dois foram presos acusados de roubo.

Números

Nesta época do ano são muito comuns as reclamações de clientes que fazem compras pela internet e não recebem o item. Dados de 2015 mostram que 25.9 milhões de pessoas nos Estados Unidos tiveram encomendas roubadas de suas portas. Isso sem contar em quem teve encomendas roubadas e não reportou o furto.

No início deste mês, um jovem de 19 anos foi preso em Lake Worth depois que um motorista do serviço de entrega UPS o flagrou furtando pacotes de duas casas na região.

Moradores também divulgaram vídeos de pessoas levando encomendas de suas portas e enviaram à polícia. Uma brasileira moradora do Tivolli Park, em Deerfield Beach, relatou ao AcheiUSA que teve mais de $250 em encomendas compradas on-line e que não chegaram ao destino. “Comprei dois presentes de Natal em duas lojas diferentes, chequei no site que as mercadorias foram entregues no dia 9 de dezembro, mas eu nunca recebi. Fui até os Correios e eles disseram que entregaram e que abririam uma ocorrência para apurar o que houve. Nunca obtive uma satisfação. Consegui reaver meu dinheiro de volta com as lojas, mas não deixou de ser um grande transtorno”, disse a brasileira que não quis se identificar.