Líder do Estado Islâmico é morto em operação dos EUA

Fato pode ajudar Trump na sua batalha contra o impeachment

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Bagdadi era considerado o terrorista número 1 do mundo (Foto: Reprodução Youtube)

A morte do líder do grupo extremista Estado Islâmico (EI), Abu Bakr al-Bagdadi, durante operação de agentes especiais americanos, na Síria, foi a notícia que a Casa Branca esperava, agora que a batalha contra o impeachment do presidente americano está começando. Donald Trump fez um pronunciamento para informar detalhes sobre a morte de um grande número de terroristas do grupo, que culminou por encurralar Bagdadi em um túnel, onde o líder islamista acionou seu colete suicida. Três dos seus filhos também foram exterminados com a explosão.

A operação contou com voos de helicópteros vindos de uma base de origem não revelada e só foi possível graças à colaboração da Rússia, Síria, Turquia e Iraque. “As forças especiais executaram uma incursão noturna perigosa e ousada no noroeste da Síria e alcançaram sua missão em grande estilo”, disse Trump.

A morte do terrorista é uma grande conquista para o presidente americano, cuja decisão de retirar as tropas da Síria havia despertado o temor de que remanescentes do EI pudessem se reagrupar. Bagdadi era considerado o terrorista número 1 do mundo e a operação foi aplaudida por líderes mundiais.

Em Washington, até os democratas também elogiaram a ação, mas lembraram que a ameaça do Estado Islâmico ainda não terminou. Nancy Pelosi, presidente da Câmara dos Representantes, acrescentou que os deputados deveriam ter sido informados sobre a operação e sobre a política da Casa Branca para a região. De qualquer forma, a pauta das notícias mudou, mesmo que temporariamente.