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Mercado imobiliário em Miami supera recorde de vendas

Nos primeiros 4 meses de 2021, The Jills Zeder Group bateu o faturamento de 2020

O clima ameno o ano todo também atraiu americanos de outros estados que não encontraram benefícios em viver em um clima mais frio (Foto: fortunebuilders.com)
O clima ameno o ano todo também atraiu americanos de outros estados que não encontraram benefícios em viver em um clima mais frio (Foto: fortunebuilders.com)

DA REDAÇÃO – 2020 foi um ano atípico para o mercado imobiliário de Miami e Miami Beach, porém, neste caso, a mudança causada pela pandemia foi positiva. Jills Zeder Group do Coldwell Banker Realty bateu recordes de vendas em 2020. A busca foi, principalmente, por imóveis de alto luxo, com acesso ao ar livre, privacidade e espaço amplo, retratando assim a busca dos compradores por qualidade de vida, comodidade e conforto.

Fabio Lopes, do The Jills Zeder Group, apresentou dados relevantes que retratam o aquecido mercado de Miami. “Em 2020 nossas vendas foram superiores a $1 bilhão, em 2019 o valor foi de $665 milhões. Em 2021, durante quatro primeiros meses do ano, a empresa bateu novo recorde e faturou $1 bilhão”. 

Ao contrário de anos anteriores, a busca por imóveis na região não foi feita por estrangeiros como nos anos anteriores. Americanos de outras partes do país procuraram imóveis na região. “Um dos fatores desse aumento é que na Flórida não há imposto estadual, apenas federal. O que acaba tendo um impacto considerável no custo de vida dos moradores, é um grande fator que atrai novos moradores “, revela.

O valor do metro quadrado em Miami chama a atenção em relação a outras cidades globais e é um fator que atrai novos compradores. Em Miami, com $1 milhão, pode render aos compradores de casas 93 m2, de acordo com o Relatório de Riqueza 2019 da Knight Frank. Sendo que em Mônaco é equivalente a uma propriedade de 16 m2, Hong Kong 22 m2, Nova York 31 m2, Los Angeles 36 m2.

O clima ameno o ano todo também atraiu americanos de outros estados que não encontraram benefícios em viver em um clima mais frio, pagando impostos mais altos. “Com o inverno chegando no norte da América, as restrições da pandemia e o clima levando todos para dentro, o sul da Flórida estava esquentando.”

Outro fator que atraiu os americanos é que o Sul da Flórida se tornou uma atração à parte, devido a eventos mundialmente famosos.

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