A cinebiografia Michael estreou como um fenômeno global e já entrou para a história do cinema. Nos Estados Unidos, o longa arrecadou US$ 97 milhões em seu fim de semana de estreia, tornando-se a maior abertura de todos os tempos para uma cinebiografia musical e superando sucessos como Bohemian Rhapsody. Na Flórida, sessões lotadas em cidades como Miami e Orlando confirmaram a força do legado de Michael Jackson, com fãs transformando as exibições em verdadeiras celebrações.
Com orçamento estimado em US$ 200 milhões, o filme também figura entre as cinebiografias mais caras já produzidas. Apesar de dividir a crítica especializada, especialmente por deixar de aprofundar temas polêmicos da vida do cantor, a produção foi abraçada pelo público e consolidou seu sucesso comercial.
No Brasil, onde estreou em 23 de abril, Michael rapidamente se transformou em um dos maiores eventos culturais do ano. Cinemas de norte a sul registraram sessões esgotadas, enquanto fãs celebraram o retorno da história do Rei do Pop às telas.
O lançamento trouxe de volta à memória momentos marcantes da relação especial de Michael Jackson com o país, incluindo suas visitas ao Brasil em 1974 e 1993 e a histórica gravação no Morro Santa Marta, no Rio de Janeiro, em 1996.
A recepção entre os brasileiros foi calorosa: o longa alcançou 97% de aprovação do público no país. Parte do entusiasmo também veio da atuação de Jaafar Jackson, 29 anos, sobrinho do cantor, cuja semelhança impressionante com o tio chamou atenção mundial. O ator chegou a enviar uma mensagem especial aos fãs brasileiros, reconhecendo a importância do país na trajetória de Michael. “O Brasil sempre fez parte da história do Michael. Mal posso esperar para celebrar seu legado com vocês.”
