Militar depõe na investigação do impeachment e é criticado por Trump

Funcionário da Casa Branca teria presenciado pressão de americanos sobre Ucrânia

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Os imóveis comerciais de Trump representam cerca de três quartos de seu patrimônio líquido
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O diretor de Assuntos Europeus no Conselho de Segurança Nacional dos EUA, tenente-coronel Alexander Vindman, afirmou que presenciou o telefonema do presidente americano, Donald Trump, ao colega ucraniano, Volodymir Zelensky, em 25 de julho. Disse, ainda, que testemunhou funcionários do governo pressionarem colaboradores da Segurança Nacional daquele país.

Ele é o primeiro funcionário da Casa Branca a depor no Congresso na investigação aberta na Câmara dos Representantes sobre um possível impeachment de Trump. As revelações tiveram grande repercussão na Casa Branca.

O militar contou que relatou mais de uma vez sua preocupação com as tentativas de Washington para que a Ucrânia favorecesse os interesses do americano. As declarações estão sendo consideradas a prova mais sólida de que teria abusado do poder e violado leis eleitorais para obter apoio em sua campanha pela reeleição em 2020.

Em seu tuíter, Trump atacou Vindman e classificou-o como um #NeverTrumpist, hashtag usada pelos republicanos que fazem oposição a ele.