Pelo menos 17 mortos em tiroteio em high school em Parkland

Dezessete pessoas morreram e outras 14 foram hospitalizadas; ‘Eu esperava que nada disso fosse real’, disse uma das estudantes da Marjory Stoneman Douglas High School

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Familiares abraçam aliviados estudantes da escola (AP Photo/Wilfredo Lee)

Estudantes da escola Marjory Stoneman Douglas High School, em Parkland (FL), passaram por momentos de terror na tarde desta quarta-feira (14) – Valentine’s Day, data em que o amor é celebrado – depois que um atirador abriu fogo contra estudantes e professores. A polícia confirmou que 17 pessoas morreram no tiroteio e outras 14 pessoas foram hospitalizadas, algumas em estado grave.

A escola fica numa região no Sul da Flórida onde vivem diversos brasileiros. Muitos se manifestaram nas redes sociais dizendo que os filhos estão muito abalados. Ainda não há informações se há filhos de brasileiros entre os feridos.

De acordo com o Broward Sheriff’s Office, o atirador, que foi preso horas depois do atentado, é um ex-aluno da escola. Ele foi levado para ser interrogado. O atirador estava usando uma camiseta vermelha, calça e botas pretas. Agentes do FBI estão na escola levantando informações.

À rede de TV CNN, uma aluna disse que ouviu os tiros e se escondeu em uma sala de aula com outros estudantes, até que foram escoltados por policiais para o lado de fora. Ela disse que ouviu policiais gritando e alguém ‘esmurrando’ a porta da classe. “Eu esperava que tudo isso não fosse real”.

Ela disse que tentou se manter calma, não chorar e mandou uma mensagem para a família para tranquiliza-los.

A escola fica na 5901 Northwest Pine Island Rd. in Parkland e o tiroteio teria acontecido na saída da escola.

O Broward School District informou que os estudantes estavam saindo da escola, quando ouviram os tiros e foi acionado o ‘código vermelho’.

O presidente Donald Trump e o governador Rick Scott estão acompanhando o caso. Na escola, estudam 3.208 alunos.

Aguarde para mais informações.

Alunos foram escoltados da escola Foto CNN
Alunos foram escoltados da escola Foto CNN