A busca pelo sono ideal virou uma nova tendência de bem-estar nos Estados Unidos. O movimento chamado “SleepMaxxing”, que ganhou popularidade nas redes sociais, incentiva consumidores a testar produtos e tecnologias que prometem ajudar a dormir melhor e acordar mais descansados.
A procura por uma noite de sono mais reparadora tem levado jovens a gastar com itens como protetores de colchão com controle de temperatura, equipamentos de monitoramento do sono e acessórios inteligentes. Alguns desses produtos podem custar cerca de US$ 2.400, segundo relatos de consumidores.
Dados da plataforma Truemed, que analisou mais de 1 milhão de pedidos feitos com contas de saúde HSA e FSA entre janeiro de 2025 e maio de 2026, mostram que a Geração Z gastou mais com produtos relacionados ao sono do que com quase todas as outras categorias, ficando atrás apenas de suplementos.
As contas HSA e FSA permitem que trabalhadores usem valores reservados para despesas de saúde, mas nem todos os produtos de bem-estar são automaticamente aprovados. Em alguns casos, é necessária uma recomendação médica para que itens como suplementos e equipamentos de sono sejam considerados elegíveis.
Apesar do crescimento da tendência, médicos alertam que nem tudo que viraliza na internet tem comprovação científica. A Academia Americana de Medicina do Sono afirma que hábitos simples, como manter uma rotina de horários, evitar telas antes de dormir e reduzir o estresse, continuam sendo algumas das medidas mais eficazes.
