Veículo atropela e mata pelo menos seis ciclistas e pedestres em Manhattan, NY

Ainda não se sabe o que provocou a ofensiva do motorista sobre essas pessoas, mas a polícia acredita que foi intencional

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Policial próximo a corpo em NY foto AP Photo
Policial próximo a corpo em NY foto AP Photo

Um veículo invadiu uma ciclovia e rota de pedestres no sul de Manhattan, em New York, na tarde desta atropelando diversas pessoas, informa a polícia. Pelo menos seis morreram e diversas outras ficaram feridas. Depois de dirigir por vários blocos, o suspeito saiu do carro e mostrou o que poderia ser uma arma, sendo atingido pela polícia na perna. Ele foi levado para o hospital.

Um fotógrafo da agência AP que está na cena testemunhou pelo menos dois corpos imóveis e cobertos. Já um repórter da rede Pix11News fez um vídeo que mostra o que parece um corpo coberto por um pano branco no local. Uma pessoa foi detida, segundo a polícia.

À agência AP, polícia e testemunhas disseram que um motorista invadiu uma ciclovia movimentada perto do memorial do World Trade Center e atingiu várias pessoas. Em seguida, ele teria saído do veículo gritando e disparando algo que parecia ser uma arma.

Um homem que estava andando em um Uber no local diz que viu várias pessoas sangrando no chão depois que um caminhão as atingiu.

A polícia nova-iorquina postou um aviso para que as pessoas evitem a região do cruzamento da Chambers Street com a West Street, no bairro Tribeca.

Esta história está em andamento, aguarde para mais informações.

‘Deus é grande’

O autor do atropelamento em Manhatta gritou “Deus é grande”, disseram testemunhas à imprensa local. A polícia confirmou o relato das testemunhas e deteve um suspeito. A investigação sobre a motivação está em andamento, e dá conta de que se trate de terrorismo.

O cantor Josh Groban foi uma das testemunhas do atropelamento. Groban contou no Twitter que estava andando com seu cachorro quando ouviu tiros.
“Meu Deus, acabei de ouvir tiros e corri com meu cachorro”, Groban escreveu no Twitter. (Com informações da CNN e G1).