Wonder Woman é o filme dirigido por uma mulher com maior bilheteria em estreia nos EUA

Longa dirigido por Patty Jenkins arrecadou de $100,5 milhões no fim de semana de estreia

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A atriz Gal Gadot em cena de “Wonder Woman”
A atriz Gal Gadot em cena de “Wonder Woman”

DA REDAÇÃO – Depois de arrecadar $38 milhões em seu primeiro dia em cartaz nos EUA, filme “Wonder Woman” alcançou as expectativas e terminou o fim de semana de estreia com $100,5 milhões na bilheteria doméstica.

Com a marca, Mulher-Maravilha, que foi exibido em 4.165 salas ao redor dos Estados Unidos, superou filmes como Iron Man ($ 98 milhões), Logan ($88 milhões), Doctor Strange ($ 85 milhões), Thor (US$ 65 milhões) e The Amazing Spider Man ($62 milhões).

Agora, a diretora Patty Jenkins é dona da melhor estreia para um filme dirigido por uma mulher, superando 50 Tons de Cinza, de Sam Taylor-Johnson, que havia arrecadado $85.1 milhões. Mundialmente, a expectativa é de que Wonder Woman arrecade $175 milhões.

Filme que aborda a origem da Princesa Amazona, Mulher Maravilha tem no elenco, além de Gal Gadot, Connie Nielsen (Rainha Hipólita) Chris Pine (Steve Trev), Robin Wright (Antiope), Elena Anaya (Doutora Veneno) e Lucy Davis (Etta Candy).

A Mulher Maravilha é uma das principais personagens da DC Comics e, sem dúvida, uma das mais importantes entre as centenas super-heróis que surgiram nos gibis no século 20. Ao surgir na década de 1940, a Princesa Amazona defendia a igualdade de gênero e se lançava em aventuras e batalhas nas quais apenas seus colegas homens participavam.

Embora seja um ícone da cultura pop há décadas e Hollywood nunca tenha apostado tanto em adaptações de quadrinhos de super-heróis quanto nos últimos tempos, apenas neste ano a Mulher Maravilha ganha um filme apenas para si. O receio dos grandes estúdios com longas-metragens de super-heroínas tende a ser atribuído a Elektra (2005) e Mulher-Gato (2004), ambos fracassos de bilheteria e crítica.

Já era hora. Afinal, se Batman e Superman já protagonizaram 11 e dez filmes, respectivamente, nada mais justo que a Princesa Amazona também tenha sua vez. (Com Huffton Post).