Comunidade

Família lança campanha para libertar brasileira presa após vídeo com filho virar caso de polícia na Flórida

Amanda está presa desde dezembro após vídeo com aspirador envolvendo o filho ser denunciado às autoridades americanas

Amanda Alves ao lado do filho, de 9 anos; brasileira está proibida pela Justiça americana de manter qualquer contato com a criança. (Foto: Reprodução/GoFundme)

A situação de Amanda Alves Santana, 31 anos, natural de Rondônia, voltou a repercutir após a criação de uma campanha no GoFundMe para arrecadar recursos destinados à sua defesa e aos custos legais na Flórida. Ela está presa desde dezembro de 2025 após publicar um vídeo nas redes sociais que as autoridades americanas classificaram como impróprio, um caso que expôs para a comunidade brasileira a rigidez das leis de proteção infantil nos Estados Unidos.

A investigação começou após ela publicar um vídeo em que aparece brincando e simulando que utilizaria um aspirador de pó para sugar a parte íntima do filho, de 9 anos. O conteúdo foi publicado na função “Melhores Amigos” do Instagram e identificado automaticamente pelo algoritmo de monitoramento da Meta, que notificou as autoridades americanas. Durante as apurações, investigadores também encontraram imagens da criança sem roupa no celular da brasileira, material que, pela legislação da Flórida, foi enquadrado como posse de pornografia infantil e passou a integrar o processo judicial.

De acordo com informações divulgadas pela família, Amanda está proibida de manter qualquer contato com o filho e pode enfrentar pena entre quatro e dez anos de prisão caso seja condenada pelas acusações apresentadas pela promotoria americana.

O objetivo da campanha é arrecadar US$ 57 mil para custear a defesa jurídica e possibilitar o retorno de Amanda ao Brasil.

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