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Após pressão de Trump sobre a FIFA, EUA são goleados e deixam a Copa

A equipe belga enfrentará a Espanha na próxima sexta-feira (10), no Levi's Stadium, na Califórnia

Assim como os Estados Unidos, os outros coanfitriões da Copa também estão eliminados da Copa (Foto: Reprodução TV)
Assim como os Estados Unidos, os outros coanfitriões também foram eliminados do torneio (Foto: Reprodução TV)

A Bélgica eliminou os Estados Unidos da Copa do Mundo de 2026 na noite de segunda-feira (6), no Lumen Field, em Seattle. Na partida, válida pelas oitavas de final, a seleção belga venceu a equipe americana por 4 a 1. Com o resultado, os belgas garantiram vaga nas quartas de final. A equipe enfrentará a Espanha na próxima sexta-feira (10), no Levi’s Stadium, na Califórnia, em confronto que definirá um dos semifinalistas do torneio.

A derrota foi precedida por uma polêmica envolvendo o árbitro brasileiro Raphael Claus. Após a expulsão do atacante Folarin Balogun na partida contra a Bósnia e Herzegovina, o presidente Donald Trump criticou publicamente o árbitro, classificando-o como “muito, muito suspeito” e afirmando, sem apresentar provas, que seu histórico levantava dúvidas.

Trump também confirmou ter procurado o presidente da FIFA, Gianni Infantino, para solicitar a revisão da punição aplicada ao jogador. A entidade acatou o pedido, anulou o cartão vermelho e liberou Balogun para atuar nas oitavas de final. A decisão gerou críticas de especialistas e dirigentes por representar uma interferência política sem precedentes em uma decisão disciplinar da Copa do Mundo.

O meio-atacante Charles De Ketelaere foi o protagonista da partida ao marcar dois gols e desmontar o sistema defensivo americano. Hans Vanaken, Romelu Lukaku e Malik Tillman completaram a goleada belga. Os jogadores comemoraram a vitória com gestos irônicos, interpretados como respostas à pressão política exercida pelos Estados Unidos antes da partida.

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