Diante da deterioração do cenário de segurança provocada pela escalada militar envolvendo o Irã e seus adversários, o Departamento de Estado recomendou a saída imediata de cidadãos americanos da região, alertando que a capacidade de assistência consular pode ser limitada em caso de agravamento da crise ou de fechamento de espaços aéreos.
Segundo informações divulgadas pela Reuters, o aviso abrange países como Bahrein, Egito, Irã, Iraque, Israel, Jordânia, Kuwait, Líbano, Omã, Catar, Arábia Saudita, Síria, Emirados Árabes Unidos e Iêmen, além dos territórios palestinos. Trata-se de uma medida preventiva diante da possibilidade de ataques diretos ou indiretos, inclusive contra alvos civis e interesses ocidentais.
O alerta ocorre após uma série de ações militares na região, que ampliaram o risco de confrontos diretos e represálias. Autoridades avaliam que a instabilidade pode resultar em ataques com mísseis, drones, ações de grupos aliados ao Irã e episódios de violência imprevisíveis.
Além da recomendação aos civis, os Estados Unidos iniciaram ajustes em sua presença diplomática. Embaixadas e consulados passaram a operar com equipes reduzidas em determinados países, enquanto serviços consulares foram suspensos ou limitados em áreas consideradas de maior risco. O governo também está retirando funcionários diplomáticos não essenciais de algumas localidades.
Com informações da Reuters.
