Mais de 1,1 milhão de malas foram extraviadas, entregues com atraso ou danificadas por nove companhias aéreas americanas no primeiro semestre de 2026. Segundo dados do Departamento de Transportes dos Estados Unidos (DOT), aproximadamente 226 milhões de bagagens foram transportadas no período.
Apesar do volume, houve uma pequena melhora em relação ao primeiro semestre de 2025, quando cerca de 1,2 milhão de malas apresentaram problemas. Os registros deste ano representam aproximadamente cinco ocorrências a cada mil bagagens transportadas.
Uma análise do pesquisador Josh Koebert aponta dezembro, janeiro e julho como os meses mais problemáticos para os passageiros. O movimento intenso nos aeroportos, especialmente durante as férias e os feriados, combinado com condições climáticas adversas, aumenta as dificuldades no transporte das malas.
Para diminuir os riscos, vale dar preferência a voos diretos, retirar etiquetas de viagens anteriores e manter a identificação da mala atualizada. Dispositivos de rastreamento, como o AirTag, também podem ajudar a localizar bagagens atrasadas. Medicamentos, documentos, objetos de valor e uma troca de roupa devem permanecer na bagagem de mão.
Se a mala não chegar ao destino, o passageiro deve comunicar imediatamente o problema à companhia aérea e guardar o comprovante da ocorrência. Pelas regras americanas, as empresas podem ser obrigadas a reembolsar despesas necessárias durante o atraso e devolver a taxa de despacho quando a bagagem for perdida ou sofrer atraso significativo.
