Dreamers são detidos depois de cruzar ponte

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Trinta e quatro jovens imigrantes foram detidos pela Polícia de Fronteira dos EUA depois de tentar entrar nos Estados Unidos sem documentos no mais recente capítulo do que está tornando-se uma nova tática ao confrontar aquilo que eles consideram injusto nas políticas imigratórias americanas.

Agentes da imigração dos EUA entrevistaram o grupo vestido com chapés e capas coloridas de graduação na noite de segunda-feira (30) depois de eles term cruzado uma das pontes que liga o México a Laredo enquanto bradavam “Indocumentados e sem medo!”
Os jovens passaram grande parte de suas infâncias em cidades dos EUA, como Los Angeles e Phoenix, e querem voltar.

Edna Flores, 22, de Hermosillo, no estado de Sonora, foi levada por sua família ilegalmente para entrar nos EUA quando tinha 6 anos de idade. Mas ela saiu voluntariamente de Phoenix em janeiro de 2012, depois de considerar que suas opções para encontrar trabalho ou continuar sua educação estavam limitadas depois de se formar na escola secundária. No México, ela encontrou um emprego num call center e obteve um visto de turista para visitar os EUA.

Flores fez uma viagem de 26 horas de ônibus na semana passada para Nuevo Laredo a fim de se o juntar ao grupo num abrigo para imigrantes preparado para a marcha de protestos de segunda-feira. “Apenas quero voltar a viver com minha família”, ela disse.

Os riscos suportados por esta geração de pais envolveram perigosas jornadas através da escuridão do deserto e do rio. Os adolescentes e jovens que cruzaram a ponte na segunda-feira (30) enfrentam detenção que pode durar semanas e possivelmente deportação.

Eles estão seguindo o caminho do “Dream Nine”, um grupo menor que tentou entrar nos EUA em Nogales, no Arizona, em julho. Eles pediram asilo e foram soltos depois de duas semanas de detenção para aguardar sua vez diante de um juiz. O contingente de segunda-feira (30) espera obter algo similar.

O órgão de Proteção à Fronteira e Aldândega dos EUA, cujo agentes determinam quem é admitido na fronteira, disse que a política interna os proíbe de discutir qualquer caso individual.