Estádio mais caro da Copa tem valor reajustado para cima

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O Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, ganhou fama por ter sido o mais caro dentro todos os construídos no Brasil para a Copa do Mundo. Ao custo de R$ 1,5 bilhão, parecia não haver possibilidade de a construção ficar mais cara. Mas isso aconteceu, e a obra teve seu valor reajustado em mais R$ 14 milhões. O Governo do Distrito Federal autorizou a liberação e divulgou na edição de quarta-feira (5) do Diário Oficial da capital o acréscimo ao montante total da obra. O valor adicional diz respeito ao principal contrato da construção, chamado de ASJUR/PRES nº 523/2010, que estava até então na casa dos R$ 1,170 bilhão e agora saltou para R$ 1,184 bilhão. Pelas contas do GDF, foi preciso R$ 1,5 bilhão dos cofres públicos para construir o novo estádio de Brasília. Os R$ 400 milhões que não fazem parte do contrato ASJUR/PRES nº 523/2010 são para itens como telão, cadeiras, cobertura, entre outros, informou a assessoria de imprensa do governo. O valor exato, com todos os reais e os centavos empregados no empreendimento, não foi informado.

De acordo com o que foi publicado no DO-DF, o aditivo de R$ 14 milhões servirá para “adequar a planilha orçamentária em virtude das alterações nos projetos executivos, com serviços não contemplados na planilha contratual, bem como os serviços refeitos após a utilização do estádio, e que tem por objeto a execução de obras e serviços visando à adequação às exigências da Fifa.”

Sem sediar jogos há um mês
O Mané Garrincha recebeu sete jogos na Copa do Mundo, carrega o status de obra mais cara do Mundial e não sedia uma partida em competição oficial de futebol desde 3 de outubro, quando Fluminense e Bahia empataram diante de aproximadamente 9 mil torcedores – número que contrasta com sua capacidade total, que é de 69 mil espectadores.