Governo americano descarta nova recessão

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Secretária de Trabalho, porém, pede ao Congresso Nacional ajuda extra às pequenas e médias empresas

A previsão de que os Estados Unidos poderiam entrar numa segunda recessão, conforme sugerido por alguns economistas, foi totalmente descartada pela secretária de Trabalho do País, Hilda Solís. Apesar dos indicadores econômicos ruins e da demora na recuperação, ela acredita que os indicadores importantes vão apresentar uma melhora nos próximos meses com algumas mudanças que estão sendo preparadas.

Para tanto, porém, ela tem insistido para que a oposição republicana se una aos democratas para a aprovação de uma lei de ajuda às pequenas e médias empresas. “Agora que a Câmara dos Representantes e o Senado estão de volta ao batente, queremos que aprovem esse projeto de lei para ajudar os pequenos empresários com incentivos”, disse a integrante do primeiro escalão do governo.

Uma das propostas é a redução de impostos e a ampliação do crédito para empréstimos por pequenas e médias empresas, que permanece bloqueado no Congresso há meses. Segundo o presidente Barack Obama, a oposição republicana está criando obstáculos para atrapalhar o desempenho dos candidatos democratas nas eleições de novembro.

O crescimento econômico durante o segundo trimestre do ano foi revisado para baixo na semana passada pelo Departamento de Comércio americano, para 1,6% em ritmo anual, um corte de 0,8%. O Federal Reserve, cujos membros reconhecem que a economia desacelera, está disposto a adotar novas medidas para enfrentar essa situação, nas palavras do presidente da entidade, Ben Bernanke.
No meio de tudo isso, uma boa notícia: A confiança do consumidor americano na economia do País voltou a subir em agosto, após os dois meses de queda. O índice reflete o sentimento da população bateu os 53,5 pontos em agosto, ante 51 pontos em julho.