Grupo do Exército Brasileiro visita os Estados Unidos

0
1951

Eles visitaram a Casa Branca e Academia de West Point

Hugo Vallada ( Infantaria), Rafael Vivan Levy (Cavalaria), Rommel Andriotti (Artilharia), Fernando Bratter Bocco (Engenharia), Lucas Rodrigues (Intendência), Vinicius Martin Bouquet (Comunicação) e Daniel Estevam (Manutenção).
Oficiais e aspirantes do CPOR-SP viajaram para cá em missão oficial

O Centro de Preparação de Oficiais da Reserva de São Paulo (CPOR-SP) fez na semana passada uma turnê oficial pelos Estados Unidos como parte do encerramento do ano letivo.

O grupo foi encabeçado pelo comandante do CPOR-SP, coronel Edson Barboza Guimarães, tendo como segundo na hierarquia o capitão Leonardo Balthar. O grupo de aspirantes foi composto pelos melhores de cada arma: Hugo Vallada ( Infantaria), Rafael Vivan Levy (Cavalaria), Rommel Andriotti (Artilharia), Fernando Bratter Bocco (Engenharia), Lucas Rodrigues (Intendência), Vinicius Martin Bouquet (Comunicação) e Daniel Estevam (Manutenção).

As visitas a West Point e Washington foram o ponto alto do intercâmbio com os militares americanos e deram uma idéia dos pontos em comum mas também das diferenças das duas armas tanto em conceito como em recursos.

Mas uma realidade está bem clara para o mundo, e mais importante ainda para a sociedade brasileira. O Brasil deixou de ser um país com pouca representatividade para se transformar no líder da América Latina, um player importante no mundo atual.

O coronel Barboza Guimarães comentou a mudança de atitude do Exército americano em relação aos nossos militares. Tudo isto tem a ver com a marca Brasil, que desperta simpatia e atitudes positivas no mundo.

Mas as enormes riquezas brasileiras só podem ser defendidas com um exército moderno e preparado, daí a importância de instituições como o CPOR-SP, onde são formados os futuros oficiais da reserva, base fundamental de qualquer sociedade que precise de armas modernas.

Conferir os exemplos e compartilhar as experiências com os americanos é uma excelente iniciativa e nossos soldados deixaram uma impressão de alto padrão e profissionalismo, que pode surpreender o menos informado, mas não quem conhece o trabalho que está sendo desenvolvido.

Não é novidade que o governo americano está modificando o conceito sobre Brasil, deixando de ver macacos, índios ou bananas como nossos representantes culturais para descobrir que somos uma sociedade moderna, dinâmica e cheia de idéias, positiva, alegre, pujante.

Claro, com enormes problemas a resolver, mas com o ingrediente mais importante que é a qualidade humana, como no caso destes nossos soldados.