Jefferson critica chutões para “El Tanque” na derrota em Quito

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Goleiro do Botafogo e capitão da equipe teve atuação de destaque


Jefferson criticou o modo de jogar da equipe na derrota para o Deportivo Quito

Mesmo jogando fora de casa e na altitude, o Botafogo tinha como estratégia jogar com a bola no chão e tentar dominar o adversário. E os constantes chutões para o atacante Tanque Ferreyra irritaram o goleiro e capitão do Alvinegro, Jefferson.

De volta à Libertadores após 17 anos, o Botafogo foi derrotado na noite desta quarta-feira (29), pelo Deportivo Quito, por 1 a 0, gol de Estupiñán, num jogo aberto. Como era esperado, a altitude de 2.850 metros acima do nível do mar teve certa influência no resultado.

Alguns jogadores do Glorioso sentiram o cansaço e outros não se adaptaram à velocidade da bola, que corre mais do que no Brasil.

Na saída do gramado, no entanto, o camisa 1 do Glorioso afirmou que o técnico Eduardo Hungaro havia pedido que o time evitasse esse tipo de jogada, mas, de acordo com ele, o time abusou desta estratégia desde o começo do jogo.

“Acho que fugimos um pouco das nossa característica, que era a bola no chão. Logo no início do jogo ficamos insistindo com a bola aérea para o Ferreyra, o Duda tinha pedido para não fazer isso. É o tipo de coisa que não pode acontecer”, afirmou o capitão alvinegro, que acredita que o Glorioso poderia ter deixado o Estádio Olímpico de Atahualpa com um resultado bem melhor:

“Acho que, se a gente tivesse colocado a bola no chão, poderíamos ter saído com um melhor resultado. Jogamos bem, no geral, mas pecamos neste quesito. Era uma boa chance de chegarmos longe. Não podemos levar gol em casa, mas temos time para inverter essa situação no Rio de Janeiro, na próxima quarta-feira (5)”, acredita o capitão da equipe alvinegra do Botafogo carioca.