Justiça nega liberdade para assassino de Lennon

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Liberdade de Mark Chapman não atenderia aos interesses da comunidade; assassino de Lennon tinha histórico de doenças mentais

O assassino de John Lennon, Mark Chapman, teve seu pedido por liberdade condicional negado pela Justiça de Nova York pela quarta vez por causa da natureza “bizarra” de seu crime.

Chapman, de 51 anos, permanecerá na prisão por pelo menos mais dois anos pelo assassinato a tiros do ex-Beatle no dia 8 de dezembro de 1980.

Uma comissão da prisão onde ele está reconheceu o “ajuste institucional satisfatório” de Chapman, mas decidiu que sua soltura não atenderia aos melhores interesses da comunidade.

Chapman tinha um histórico de doenças mentais antes de cometer o assassinato.

Ele foi avaliado por 16 minutos na terça-feira pela comissão prisional formada por três pessoas.

Crime premeditado
Em uma decisão por escrito, eles concluíram: “A comissão permanece preocupada sobre a natureza bizarra de seu crime premeditado e violento”.

“Enquanto a comissão nota seu ajuste institucional satisfatório, por conta da natureza extremamente violenta do crime sua soltura não atenderia os melhores interesses da comunidade.”

A decisão foi tomada apenas um dia após o 66º aniversário de nascimento de John Lennon.