Mercado imobiliário aquecido nos EUA

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Estados Unidos oferecem bons imóveis a preços acessíveis para os estrangeiros

Joel Stewart

Passaram vários programas por televisão com notícias sobre a crise econômica, especialmente a queda de vendas de casas e apartamentos. Só que em alguns lugares, a venda está crescendo, não morrendo. Um dos lugares mais quentes nos EUA é a nossa Miami, onde os brasileiros e outros povos, incluindo colombianos, estão comprando todas as habitações. Os preços estão aumentando e todos os prédios estão cheios, com poucas vagas.

A venda vem crescendo em parte porque os brasileiros e outros têm mais dinheiro do que antes, e em parte porque o dólar está baixo (agora está mais alto no Brasil, mas ainda relativamente baixo). Os telespectadores americanos ficaram sabendo que há uma classe de brasileiros muito rica e cada vez há mais e mais milionários no Brasil.

A questão que surge é a seguinte: Melhor comprar no Brasil ou nos EUA?

No Brasil, pode ser muito bom ainda, com os preços subindo, mas quando vai estourar tudo isso? Será que o mercado e o valor dos imóveis continuarão crescendo indefinidamente? Algumas pessoas sábias já decidiram vender logo, antes que chegue uma quebra total.
Por outro lado, nos EUA o mercado já quebrou e parece estar bem no fundo. E agora chegou a hora de comprar um imóvel. Mas tudo é relativo onde, por que valor, e qual tipo.

Falando nisso, lembre-se que uma residência não concede nenhum direito de entrar ou morar nos EUA. Porém, um comércio pode dar este benefício, que dá condição aos filhos de estudar, crescer e estagiar na América, mesmo que os pais não querem fixar moradia permanente.
Então no meio de uma crise mundial, a compra e a venda de imóveis é recíproca nas duas terras brasileiras, na matriz e em Miami, a filial!