O Rio venceu! E agora?

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Cidade brasileira será a sede das Olimpíadas 2016 e investimentos passam da casa de 30 bilhões de reais

O Rio de Janeiro vai sediar os primeiros Jogos Olímpicos no continente sul-americano, em 2016. A conquista foi definida em um momento histórico, na semana passada, quando o Comitê Olímpico Internacional anunciou que a Cidade Maravilhosa vai receber o maior evento esportivo do mundo, dentro de sete anos. Não custa lembrar que o Brasil também será sede dos Jogos Paraolímpicos de 2016, poucas semanas após a realização da 31ª edição das Olimpíadas na Era Moderna, e da Copa do Mundo de Futebol, em 2014, com a finalíssima do torneio sendo jogada no Rio de Janeiro.

Essa conjunção de eventos não tem relevância apenas no aspecto esportivo, mas representa muito para a economia do Rio de Janeiro, especialmente no tocante ao legado da infraestrutura. A herança inclui melhores condições de transportes públicos, ampliação da rede hoteleira, mais segurança para a cidade, um ‘boom’ do mercado imobiliário, novos hospitais e muitas ofertas de emprego, apenas para citar alguns exemplos. Na avaliação do governador do Estado, Sérgio Cabral, o Rio de Janeiro deve receber cerca de 100 bilhões de reais ao longo dos próximos cinco anos como investimento para as Olimpíadas, tanto de recursos do poder público quanto da participação do setor privado.

“Para os outros, seria apenas mais uma Olimpíada. Para nós, será uma oportunidade sem igual”, repetiu o presidente da República, Luiz Inácio Lula das Silva. Esta também é a expectativa de alguns cariocas da nossa comunidade, aqui no Sul da Flórida. Um deles, o presidente do BBG, Aloysio Vasconcellos, deu sua opinião sobre o privilégio sem igual de a Cidade Maravilhosa sediar os eventos.

A escolha do Rio de Janeiro para sediar as Olimpíadas é muito bom porque chama a atenção do mundo para a nossa cidade de forma positiva e porque certamente vai levar investimentos e benefícios para a sociedade. Além disso, representa um reparação histórica, pois o Rio de Janeiro sofreu um processo de esvaziamento depois que a capital foi transferida para Brasília e com o péssimo tratamento recebido por parte do governo militar, ao qual o Rio sempre se opôs”, Aloysio Vasconcellos, presidente do Brazilian Business Group.