Promotor do Miss Brasil-USA tenta se defender da polêmica

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Para Cacá Santos, regulamento do concurso é transparente e participação de ‘estrangeiras’ eleva qualidade da disputa

Depois de inúmeras críticas ao resultado do concurso Miss Brasil USA 2009, que no último dia 21 último deu a coroa à mineira Marcela Granato, de Ponte Nova, o promotor do evento, Cacá Santos, organizou uma coletiva de imprensa para se defender das acusações de irregularidades e favorecimento. Ele afirmou que a vitória de uma candidata que mora no Brasil e é modelo profissional não contraria o regulamento do concurso, que desde 2007 já aceita a inscrição de moças ‘importadas’, que vêm somente para a competição. “Trata-se de um evento internacional e não houve ninguém beneficiado. As pessoas não estão bem informadas sobre as regras, que estão no website em portugues e inglês”, disse o promotor, alegando que não vê problema no fato da vencedora ter representado a cidade de Seattle (estado de Washington), sem jamais ter pisado lá.

Ele rebateu os boatos de que a eleita teve privilégios. “Eu conheci essa menina há uma semana e ela não ficou hospedada na minha casa”, afirmou. Com relação à impossibilidade de Marcela, de 19 anos, participar dos compromissos naturais de uma miss na comunidade, Cacá espera apenas que a jovem cumpra o que está combinado no contrato. “Meu objetivo é com a qualidade e mostrar o melhor da beleza brasileira”, disse o promotor, que supostamente tem convites para levar o evento para Las Vegas. A polêmica, porém, tem mexido com a comunidade: os organizadores das 17 etapas regionais não se contentaram com as explicações e prometem abandonar a iniciativa.