Sob pressão dos EUA, Honduras retoma debate

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Americanos enviados à América Central querem acordo rápido

O governo que está no podem em Honduras e o presidente deposto do país, Manuel Zelaya, retomaram as negociações interrompidas há uma semana. A decisão foi tomada após pressão dos Estados Unidos, que enviaram representantes diplomáticos para obter um acordo que acabe com a crise política naquela nação da América Central. Zelaya foi deposto após um golpe militar em junho e o cargo está sendo ocupado por Roberto Micheletti.

O secretário-adjunto para assuntos do Hemisfério Ocidental dos EUA, Thomas Shannon, passou a semana alinhavando a retomada das negociações. O objetivo é atingir um acordo que abra caminho para uma transição de poder até que um novo presidente assuma em janeiro, após eleições a serem realizadas em 29 de novembro. Zelaya e organismos internacionais ameaçam não reconhecer o pleito caso o líder deposto não seja reconduzido ao poder. Ele continua refugiado na embaixada brasileira em Tegucigalpa.