Vantagem de Dilma diminui, mas ela ainda venceria eleição no primeiro turno

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Pesquisa mostra que denúncias afetaram levemente a preferência do eleitorado, especialmente na classe média

Amparada na popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a candidata do PT, Dilma Roussef, caminha a passos largos para ser eleita ainda no Primeiro Turno. De acordo com a mais recente pesquisa intenção de voto, a ex-ministra teria hoje 49% dos votos, contra 28% do tucano José Serra e 13% de Marina Silva, do PV. Ou seja, se a eleição fosse hoje, a vantagem seria suficiente para eleger Dilma no primeiro turno. A diferença entre os candidatos diminuiu: Em uma semana caiu de 12 para 7 pontos.

Especialistas apontam que as denúncias envolvendo a sucessora de Dilma na Casa Civil, Erenice Guerra, serviram para abalar um pouco a confortável liderança da petista na corrida, mas não foi suficiente para promover uma reviravolta. Até porque, o índice de aprovação ao presidente Lula continua alto, em cerca de 78%. O estrago maior foi na classe média (eleitores que ganham entre cinco e dez salários mínimos), onde a petista teve uma queda de dez pontos percentuais. Nesse grupo, Marina passa de 16% para 24%, e José Serra, de 28% para 34%.

A maior vantagem de Dilma sobre seus adversários está no Nordeste: mesmo caindo dois  pontos percentuais, de 65% para 63%, ela ainda lidera com folga sobre Serra (20%) e Marina (9%). A pesquisa entrevistou 12.294 eleitores em 444 municípios entre os dias 20 e 21 de setembro. Dentre os outros candidatos – Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fide