EUA fazem nova tentativa para emplacar moeda de US$ 1

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George Washington será a primeira efígie na moeda que será lançada em 2007

A Casa da Moeda dos Estados Unidos está planejando a reintrodução de moedas de um dólar em nova tentativa de fazer com que os americanos desistam de usar a nota de US$ 1.
Cada moeda vai mostrar a imagem de um ex-presidente, começando em fevereiro de 2007 com George Washington, James Madison Thomas Jefferson e John Adams.

A mudança para moedas pode significar uma economia estimada de US$ 500 milhões por ano ao Tesouro americano, pois as moedas duram mais de 40 anos, comparados aos 18 meses de duração de uma nota.

Autoridades afirmam, entretanto, que não existem planos para eliminar completamente as notas de US$ 1.

A Casa da Moeda dos Estados Unidos revelou os designs das novas moedas, semelhantes às populares séries de moedas de 25 centavos, conhecidas como um quarto de dólar, que estão sendo colocadas em circulação nos últimos sete anos.

As moedas se mostraram populares com colecionadores e autoridades da Casa da Moeda esperam que o mesmo aconteça com as moedas de US$ 1.

Fracassos

A nota de US$ 1 é o papel moeda mais usado nos Estados Unidos. Tentativas anteriores de introduzir uma substituição, uma moeda, fracassaram, principalmente devido à confusão causada pela semelhança da moeda com a de 25 centavos – muitos conseguiam diferenciar as duas apenas pelo tato, segundo o correspondente da BBC em Washington Stuart Cohen.

O diretor da Casa da Moeda americana Edmundo Moy espera que o quadro econômico atual abra espaço para que os americanos finalmente usem a moeda.

“Os americanos simplesmente amam a nota. Mas o que estamos vendo de forma mais generalizada é um aumento nas tendências que demandam o uso da moeda de US$ 1 no último ano”, disse.

Moy afirmou que a cidade de Nova York anunciou planos de adaptar os parquímetros para aceitar as novas moedas.

“Usar uma moeda de dólar é mais conveniente em parquímetros, é mais conveniente nos quiosques de metrô e também em máquinas revendedoras de alimentos e bebidas”, afirmou Moy.