Governo de Obama defende legalização de jovens imigrantes indocumentados

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Apesar do apoio estudantil, os republicanos ainda não se sensibilizaram com o projeto de lei

A diretora do Departamento de Segurança Doméstica dos Estados Unidos, Janet Napolitano, compareceu perante o Subcomitê de Imigração do Senado e reiterou seu apoio ao projeto de lei Dream Act para legalizar milhares de estudantes indocumentados.

“Não estamos falando de uma anistia maciça. É um tema de urgência para estes jovens”, explicou durante a audiência Janet Napolitano, respondendo às perguntas de Chuck Grassley um senador republicano que se opõe ao Dream Act.

“O Dream Act faria dos EUA um país mais forte”, destacou o presidente da bancada democrata, Dick Durbin, lembrando que o projeto está patinando no Congresso há uma década. Por isto, ele voltou a ser reapresentado no último dia 11 de maio por um grupo de senadores democratas.

O projeto de lei conta com o patrocínio de 36 senadores democratas de um total de 51. A senadora democrata Dianne Feinstein disse ter “chegado o momento de aprovar” o Dream Act porque “entre estes jovens estão os melhores estudantes de suas classes e os presidentes da associação de estudantes”.

Na véspera, o presidente do Comitê Judiciário da Câmara Baixa, Lamar Smith, republicano do Texas, disse que a audiência “mostra quão desconectados estão os democratas das prioridades dos americanos”. Segundo ele, “o Dream Act impediria os americanos de obter empregos, pois milhões de imigrantes ilegais poderão trabalhar legalmente nos Estados Unidos. Os americanos não querem um projeto de lei para imigrantes ilegais, querem uma oportunidade para voltar a trabalhar”.

Smith liderou na semana passada no Congresso a apresentação de um projeto de reforma imigratória que recomenda criminalizar a permanência sem papéis, hoje um problema da esfera civil e não criminal, com exceção do Arizona.
O secretário de Educação, Arne Duncan, um dos ouvidos na audiência realizada nesta terça-feira, defendeu o Dream Act como uma ferramenta para alcançar a meta fixada por Obama de duplicar a proporção de universitários formados em 2020.

Esta é mais uma tentativa de reparar a injustiça contra bons alunos.A diretora do Departamento de Segurança Doméstica dos Estados Unidos, Janet Napolitano, compareceu perante o Subcomitê de Imigração do Senado e reiterou seu apoio ao projeto de lei Dream Act para legalizar milhares de estudantes indocumentados.

“Não estamos falando de uma anistia maciça. É um tema de urgência para estes jovens”, explicou durante a audiência Janet Napolitano, respondendo às perguntas de Chuck Grassley um senador republicano que se opõe ao Dream Act.

“O Dream Act faria dos EUA um país mais forte”, destacou o presidente da bancada democrata, Dick Durbin, lembrando que o projeto está patinando no Congresso há uma década. Por isto, ele voltou a ser reapresentado no último dia 11 de maio por um grupo de senadores democratas.

O projeto de lei conta com o patrocínio de 36 senadores democratas de um total de 51. A senadora democrata Dianne Feinstein disse ter “chegado o momento de aprovar” o Dream Act porque “entre estes jovens estão os melhores estudantes de suas classes e os presidentes da associação de estudantes”

Na véspera, o presidente do Comitê Judiciário da Câmara Baixa, Lamar Smith, republicano do Texas, disse que a audiência “mostra quão desconectados estão os democratas das prioridades dos americanos”. Segundo ele, ” Dream Act impediria os americanos de obter empregos, pois milhões de imigrantes ilegais poderão trabalhar legalmente nos Estados Unidos. Os americanos não querem um projeto de lei para imigrantes ilegais, querem uma oportunidade para voltar a trabalhar”.

Smith liderou na semana passada no Congresso a apresentação de um projeto de reforma imigratória que recomenda criminalizar a permanência sem papéis, hoje um problema da esfera civil e não criminal, com exceção do Arizona.

O secretário de Educação, Arne Duncan, um dos ouvidos na audiência realizada nesta terça-feira, defendeu o Dream Act como uma ferramenta para alcançar a meta fixada por Obama de duplicar a proporção de universitários formados em 2020.

Esta é mais uma tentativa de reparar a injustiça contra bons alunos.