Joel explica retranca e defende R10 no Flamengo: ‘Craque é craque

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Bem ao seu estilo, Joel Santana explicou após o empate em 1 a 1 com o Lanús, da Argentina, que planejou ver o time dominado em campo durante boa parte da partida, para liquidar com a entrada do argentino Bottinelli no segundo tempo. Depois de o Flamengo ser pressionado por quase toda a primeira etapa, o gol saiu já nos acréscimos e a equipe da casa conseguiu o empate após o técnico colocar mais um meia ofensivo em campo.

“O que fica em futebol é sempre o resultado. Quando coloquei o Bottinelli era para liquidar a partida. Esperamos, tivemos paciência, fomos dominados, sim, mas com tudo controlado. Se não coloco três de marcação, teríamos mais problemas. Um pouquinho mais de treino encaixaria melhor a marcação e poderíamos ter conseguido a vitória”, analisou.

“Eu vi a ‘La U’ levar de 2 a 0 (para o Nacional de Medellin), vi o Boca empatar (com o Zamora). Libertadores não tem adversário fácil. Se fosse no Brasil, não jogaria desse jeito. Tem de ter jogador que fala a língua deles, por isso coloquei o Maldonado.”

O treinador ainda aproveitou para defender Ronaldinho Gaúcho, que teve atuação apagada na partida. “O Ronaldinho a qualquer momento pode decidir, e jogando bem ou mal, o adversário vai respeitar. É o nosso curinga. Tira o curinga, eles vão vir para cima. Em uma jogada, ele decide. Com todo jogador diferenciado você tem de ter um pouquinho de paciência. Craque é craque.”