Protesto anti-Dilma encolhe em Miami, maior colégio eleitoral fora do Brasil

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Organização de protesto em Downtown Miami aponta que 150 pessoas compareceram no domingo (12); protestos no Brasil também tiveram menor adesão em comparação a 15 de março

Reprodução/Facebook

DA REDAÇÃO – Maior colégio eleitoral fora do Brasil, Miami registrou queda no número de manifestantes contrários ao governo Dilma em protesto realizado no domingo (12), em comparação a protesto realizado há menos de um mês, em 15 de março.

Na mais recente manifestação compareceram, de acordo com número divulgado por seu organizador, Bruno Contipelli, 150 pessoas. O número é menor do que o registrado pela reportagem do AcheiUSA em março, quando foram às ruas da segunda cidade mais populosa da Flórida 200 pessoas.

“No dia 15 `de março` tinha mais gente, sim. Nosso objetivo não é juntar o maior número de pessoas, mas dar oportunidade a todos de participar”, diz Contipelli.

A manifestação deste domingo, como em março, também convocou participantes via Facebook. Eles se reuniram em Downtown Miami, em frente ao Bayfront Park.

Para Contipelli, a menor adesão se deve a uma divulgação menos dedicada dessa vez. “Faltou divulgação, tivemos pouco tempo para divulgar o evento (apenas uma semana) e teve muitos outros eventos acontecendo ontem. Mas a luta continua, aqui e no Brasil.”

De acordo com o portal G1, manifestações também foram registradas em cidades como Lisboa (Portugal), Munique (Alemanha) e Dublin (Orlando).

Já no Brasil, a adesão aos protestos também foi menor. Manifestantes fizeram protestos contra a corrupção, o PT e a presidente Dilma em mais de 200 cidades, em 24 estados e no Distrito Federal.

Os números de manifestantes – 700 mil, segundo a polícia, ou 1,5 milhão, segundo os organizadores – foram menores do que nos atos de 15 de março, quando 2,4 milhões de pessoas, segundo a polícia, ou 3 milhões, segundo os organizadores, protestaram em 252 cidades de todos os estados do país e no DF. As informações são do portal G1.